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sexta-feira

Falsos líderes, seguidores dormentes e o óbvio ignorado

De forma interessante, mas que já não impressiona mais, vemos em nosso Brasil que certas pessoas – talvez por inveja, querer ser o que não se é e nunca será – tentam se passar por falsas origens e de forma descarada passam a outros uma falsa imagem celta, germânica, nórdica, e segue adiante... E até judaica! (risos) Pessoas que têm inclusive vontade de poder, de liderar... E tentam até liderar movimentos em prol de certas “etnias” que as quais o próprio “líder” nem pertence!
Muitos convencidos por boa conversa – que boa conversa para esses falsos líderes é algo que não falta, e que até não podemos negar: são possuidores de um conhecimento até admirável em alguns casos – seguem ao líder, mas de forma inútil, já que a maioria destes pseudos líderes possuem apenas conversas e ameaças falsas, iguais a identidade que estes aderem.
Observando é como estar dormindo e sonhando, e neste sonho acordar, mas ainda se está dormindo. Falta uma etapa para que os “seguidores” acordem totalmente, ignorem falsos líderes, sigam os seus reais caminhos, lutando contra invejosos.
Nós aqui no Brasil, muitas vezes somos alvos de que uma “raça” é algo até ridículo, pois o Brasil é uma “mistura de culturas”. E infelizmente uma boa parte é. Mas agora os vindos de tal “mistura” – e não digo nascidos de culturas irmãs, de uma mesma origem que se distanciou mas digo de reais inimigos, dos tempos mais antigos – se apossarem de uma falsa identidade sanguínea e histórica e criar movimentos pela pureza... Isto sim é de veras ridículo!
Então para relembrar, vejamos então traços superficiais para que não sejamos enganados por falsos lideres. Vale lembrar também que tais traços são realmente evidenciais na maioria dos casos, porém há os que enganam. Lembraremos também que isto não se trata apenas de meros traços, e sim que tais traços foram gerados por meio de um sangue que carrega memória e características do ser em geral.
Blumenbach levou em consideração a forma da cabeça e da face, tipo de cabelo e cor da pele, separando 5 grupos humanos. Para realizar um esquema adequado de classificação deve-se decidir primeiramente que caracteres são importantes para agrupar ou separar os diversos tipos. Diferenças culturais, tais como língua ou religião se acham muito afetados pela imigração, conquistas,dominação etc. Portanto são os caracteres físicos os mais importantes, e entre estes a cor é o mais óbvio.
Em vários locais de regiões tropicais encontram-se povos de pele escura,o que significa que cada raça é adaptada para o local que vive/originou-se. A forma do nariz também é diferenciativo. O nariz largo e aberto do negro tropical seria muito pouco adequado nos climas frios. No esquimó ao contrário, sendo estreito assegura que o ar se aqueça na passagem nasal antes de alcançar os pulmões. A estatura do homem também é adequada para o local que se originou. Pessoas das regiões tropicais tendem a ser mais alongadas (isto é, têm superfície relativamente maior através da qual podem perder calor) que as de climas frios. O regime alimentar também influi na estatura. O cabelo é também característico, os três tipos principais são: o ondeado dos europeus (europeiformes), crespo (negriformes) dos negros e o corredio (mongoliformes) dos chineses. A forma da cabeça é uma característica muito útil: cabeças redondas – braquicéfalos, cabeças alongadas – dolicocéfalos e cabeças médias – mesocéfalos.


EUROPEIFORMES

Embora este grupo tenha atualmente uma distribuição muito ampla, devemos considerar que isto ocorreu em épocas muito recentes. A forma da cabeça é em geral redonda; O cabelo é geralmente ondeado existindo sobre a face e o corpo e o nariz é estreito.
Dentro deste grupo há certo número de raças. Cada raça além de habitar uma área bem definida, têm características bem diferenciativas que as separam de suas vizinhanças.
A Nórdica é composta por indivíduos geralmente altos, com cabeças alongadas, característicos da Grã-Bretanha e Escandinávia.
A Báltica que se estende da Finlândia à Polônia, pelo Leste, e cobre a maior parte da Rússia européia, é de estatura média e cabeça redonda. São europeiformes vários grupos nórdicos como os Lapões.
A raça Alpina é formada pelos habitantes típicos da Europa Central, da França à Hungria. São fortes, de cabeça redonda e rosto largo.
Na região Balcânica, na Ásia menor e na área do Cáspio, existem povos de características semelhantes porém mais altos.
A raça Mediterrânea é realmente uma mistura. Seus indivíduos tem a cabeça alongada e tez morena. Estendem-se da Espanha e África do Norte, ao longo da costa do Mediterrâneo, através da Ásia menor e Irã, até a Índia. Os europeus mediterrâneos são robustos e baixos, mais em direção ao leste a raça tende a se tornar mais alta e de rosto mais angular.
A maior parte da população da índia é formada por Chersiotes. Têm a cabeça alongada, os olhos e os cabelos negros. O pêlo é escasso sobre o corpo e rosto. A pele tem coloração castanho-escura.
Na Ásia há outros grupos de europeiformes, tais como os Ainos das ilhas Sacalinas.


NEGRIFORMES

Estes grupos se caracterizam por ter cabelo crespo, pele escura e a mandíbula proeminente (prognatismo). Têm também lábios grossos e nariz achatado.
Os negros africanos ocupam a maior parte da área que se estende ao sul do Saara. Sua cor situa-se nos diferentes matizes de castanho e tem cabeças alongadas. São normalmente delgados e de membros longos. As tribos do Oeste africano, os povos nilóticos do Sudão, e a maior parte dos povos da língua banto no Sul e Leste do continente, tais como os Zulus, estão incluídos nesta divisão.
Os erythriotes são os habitantes do nordeste da África com características semelhantes aos europeiformes e negriformes, mas considerando sua pele escura estão incluídos entre negriformes.
Os Pigmeus do Congo são chamados Negrilhos, são muito mais baixos e geralmente de cor mais clara que os negros propriamente ditos.
A outra área negriforme é a do Sudeste da Ásia, onde há alguns grupos de pigmeus (tais como os semang), chamados Negritos. Comumente tem cabeças redondas, mas em suas outras características são semelhantes aos pigmeus africanos.
Os Papuas e os Melanésios da Nova Guiné e das ilhas circunvizinhas são de pele escura e cabelos longos e crespos. Os papuas têm cabeça mais longa que os melanésios e prognatismo menos acentuados.

MONGOLIFORMES

É este o maior dos grupos majoritários, com representantes na maior parte da Ásia e do Pacífico. Os esquimós e todos os Índios originários das Américas são também mongoliformes. Suas principais características são seu cabelo negro e corredio, seu rosto chato e sua pele que vai do amarelo ao vermelho. Os pêlos do corpo são escassos. Comumente a cabeça é redonda. Uma característica comum é a ruga epicântrica.
A raça Mongólica compreende a maioria dos habitantes do Japão, China e Vietnã, assim como os povos pastores de renas da Sibéria. A região Leste da Índia tem um grande número de indivíduos que mostram afinidade tanto com o grupo europeiforme como com o mongoliforme.
Os Polinésios das ilhas do Pacífico e os Maoris da Nova Zelandia são de tipo Mongoliformes porém mais altos que a forma característica.
A raça Ártica, que inclui os Esquimós é constituída por indivíduos baixos e robustos, em concordância com seu meio ambiente. A pele é de cor castanho-amarelada e o cabelo é escuro. A cabeça é arredondada e de parietal baixo. O rosto é muito largo.
Existem oito raças de índios americanos que vão do Alasca à terra do fogo. Sua estatura e a forma da cabeça variam. Julga-se que estes povos representam migrações sucessivas da Ásia via Alasca. Os habitantes da Terra do Fogo, com sua simples economia baseada na caça e na pesca, são considerados os descendentes das primeiras imigrações. Os Peles-vermelhas da América do Norte representam migração muito posterior. Os tipos dos grupos sanguíneos são constantes em todos os índios sul-americanos.


No Sudoeste da África há uma pequena povoação de pele escura; os Bosquímanos ou Khoisaniformes. Vivem da caça e da coleta de alimentos numa região semidesértica. O cabelo é curto e extremamente crespo, surgindo em pequenos tufos espiralados. O nariz é achatado e os lábios grossos. Uma característica peculiar é o acumulo de gordura nas nádegas, que se denomina estea topigia. Os Bosquímanos são pequenos e de estrutura frágil.


Os Australiformes são encontrados na Austrália, no Ceilão e em algumas partes da Índia. O cabelo é escuro e ondeado, e têm pelos sobre o corpo. A cabeça é alongada porém menor que a de outros grupos. O prognatismo está sempre presente.


Os tipos índios e Cingaleses (vedóides) são possivelmente mais altos que os australianos, mas em outros aspectos pouco se diferenciam. Tem sido discutido freqüentemente o problema da origem e antiguidade dos dois grupos, mas até que testemunho de fósseis seja completo, não se poderá dizer que grupo é mais primitivo. É provável que suas diferenças tiveram origem suas origens nos bosques, rios, etc. que isolaram materialmente os povos, e evitaram assim a miscigenação.


Os Semitas possuem cor clara a média em tom de diarréia, orelhas grandes para captar todo som e assim tramar muitas confusões. Nariz curvo e grande para não economizar ar já que é de graça. Possuem forma pequena e curva lembrando ratos... A Raça Semita é majoritária no Oriente Médio, predominante nos povos árabe, judeu e armênio, sendo caracterizados pelo nariz extravagante e curvo, pele variável em tom claro, ou castanho.

segunda-feira

Assim falou Nietzsche





O valor da oração

A oração foi criada para pessoas que nunca tiveram pensamentos próprios e que ignoram o que é a elevação da alma ou a experimentam sem dela se darem conta: que devem fazer essas pessoas nos lugares santos e nas circunstancias importantes da vida que exigem repouso e uma espécie de dignidade? Para pedir pelo menos que elas incomodem, os fundadores de religiões, grandes ou pequenos, lhes recomendaram na sua sagueza a fórmula da oração: longo trabalho mecânico dos lábios, aliado a um esforço de memória e a uma posição determinada das mãos, dos pés e do olhar! Ruminem uns então, como o Tibetanos, cem mil vezes o Om mane padme hum, ou contem pelos dedos, tal como em Benares o nome do deus Ram-Ram-Ram (e assim por diante, com ou sem graça), ou honrem Vishnu com os seus mil nomes, ou mesmo Alá com os seus noventa e nove, quer utilizem rosários ou moinhos de orações... o essencial é que esse trabalhos mantenha imóveis durante um tempo e lhes confira uma visão suportável; a sua maneira de rezar foi inventada em benefício das pessoas que conhecem o pensamento e a elevação da alma por experiência pessoal. E mesmo estas têm horas de lassitude em que uma litania de palavras e de sons veneráveis, uma piedosa mecânica, lhes fazem bem. Mas, a supor que essas pessoas raras - o homem religioso é uma raridade em qualquer religião - saibam livrar-se de embaraços sozinhas - os pobres de espírito nunca sabem livrar-se de embaraços - e proibir-lhes o matraquear da oração é tirar-lhes a sua religião, como revela cada dia mais o protestantismo. A religião só lhes pede que estejam tranqüilos, com os seus olhos, as suas mãos e suas pernas, e os seus outros órgãos quaisquer: o que os embeleza durante um tempo e os torna mais semelhantes ao ser humano!


As condições para Deus

"O próprio Deus não poderia existir sem os homens sábios" disse Lutero, com boa razão; mas "Deus ainda menos poderia existir sem os insensatos" isso foi o que o bom Lutero não disse.


Uma decisão perigosa

A decisão cristã de considerar o mundo feio e mau transformou o mundo em feio e mau.


Origem do pecado

É uma invenção judaica e com este pano de fundo da moralidade cristã, o cristianismo procurou de fato, judaizar o mundo inteiro. Até onde conseguiu chegar na Europa percebe-se, sobretudo pelo grau de estranheza que a Antiguidade grega - mundo isento do sentimento do pecado - conserva sempre para nossa sensibilidade, mau grado toda a boa vontade que um grande numero de gerações e de indivíduos notáveis empregaram para se aproximar dele e o assimilar. "Deus só perdoa perante o arrependimento" eis o que faria um grego sorrir ou irritar-se, que diria: "Pensamentos de escravo!"


A cor das paixões

Naturezas como a do apóstolo Paulo não têm bons olhos para as paixões, só vêem nelas o lado sujo, o que desfigura e destrói os corações; em função disso o seu pendor idealista objetivando a destruição das paixões: vêem através do divino sua total purificação. Ao contrário de Paulo e dos judeus, o pendor idealista dos gregos dirigia-se às suas paixões, amavam-nas, colocavam-nas em planos altos, douravam-nas e divinizavam-nas; obviamente que com as paixões não sentiam-se somente mais felizes, mas ainda mais puros, mais divinos.
E os cristãos? Aspirariam tornar-se judeus neste aspecto? Terão conseguido?


Guerra de religião

A guerra de religião foi até o momento o maior progresso das massas: uma vez que nos mostra que a massa começou a tratar os conceitos com grande consideração. As guerras de religião só começam a partir do momento em que a razão geral está suficientemente afinada pelas sutis disputas das seitas, para que a própria plebe adquira sutileza, tome a sério pequenas coisas, e chegue mesmo ao ponto de admitir que a "salvação da alma" depende de pequenas diferenças de conceitos.


Esperanças Alemãs

Não podemos esquecer que os nomes dos povos são freqüentemente nomes injuriosos. Os tártaros são, por exemplo "cães" de acordo com o seu nome: foram os chineses que os batizaram. A designação de "alemães" (Deutschen) significava originariamente os "pagãos", era o nome que os godos depois de sua conversão deram aos seus irmãos de raça ainda não batizados, de acordo com a tradução dos Septuaginta, em que os pagão se encontravam designados pela palavra grega que significa "os povos": veja-se Úlfila. Seria ainda possível que os alemães se honrassem , apesar de tudo, com um nome que foi antigamente uma injúria , tornando-se o primeiro povo não cristão da Europa: Schopenhauer gostava de mostrar que a Alemanha tinha grandes disposições nesse sentido. Assim se ultimaria a obra de Lutero que lhes ensinou a ser anti-romanos e a dizer: "Eis me aqui! Sou assim, não sei agir de forma diferente".


Diferentes perigos da vida

Vós ignorais o que vos acontece, correis pela vida a maneira de bêbados, caindo de vez em quando por uma escada. Mas, graças à vossa embriaguez, não partis a espinha: os vossos músculos estão muito moles e a vossa cabeça demasiado obscurecida para que acheis as pedras desses degraus tão duros como é para nós! Para nós a vida é um perigo maior: nós somos de vidro; desgraçados de nós se acabarmos por esbarrar em algo. E se cairmos é o fim de tudo!



Fonte - A Gaia Ciência, Friedrich Nietzsche

Sobre o povo Palestino

"O povo palestino é um povo semita, tendo sua origem na Península Arábica. A maioria dos palestinos é ligada à religião islâmica ou muçulmana e outra parte é formada por católicos ortodóxicos ou romanos, outros são pagãos. Muitos deles foram judeus que se converteram."
"Eu tenho direito espiritual e histórico em Meca, porque sou descendente do sultão Saladino, que libertou Jerusalém dos Cruzadas. Entretanto, não vou voltar para o Líbano, exigindo que todos que lá estão saiam, com a alegação de que minha família governou a região há 500/700 anos".

Salim Kalaum



Muitos dos palestinos são na verdade judeus que se converteram a outros credos, ou seja, são descendentes de judeus que se converteram ao cristianismo ou ao islamismo, já que o judaísmo não é um território e sim uma religião.

Com o êxodo ou imigração dos judeus durante o império romano, começou a acontecer uma grande conversão ao cristianismo, que se expandiu por toda Europa. Por essa ocasião, muitos que eram judeus deixaram de sê-lo e outra parte imigrou por todo o mundo. Todos os povos daquela região sofreram uma integração política religiosa. Com essa mistura religiosa, todos possuem santuários na região. O muçulmano tem o santuário de Meca, a igreja da natividade e outros. Os cristãos também têm os seus lugares considerados sagrados.

Os judeus ou hebreus exerceram, sem sombra de dúvida, uma grande influência religiosa na região, contribuindo para o surgimento do cristianismo e do islamismo.

Na verdade, a terra por excelência não tem dono, sendo daquele que está presente. Esses são os palestinos, porque estavam no local quando os judeus chegaram.



Se cabe a alegação de que seus ancestrais viveram por lá, então também deveriam levar em consideração que os mesmos podem ser ancestrais dos palestinos que se converteram. Ele vê o palestino como um forasteiro, o que na verdade não é. É um judeu ou hebreu de outrora. Um semita como o próprio hebreu, assim como os fenícios, assírios, caldeus e todos aqueles povos.

A palavra hebreu, como também é conhecido o povo judeu, significa: nômade, travessa, semita, ou seja, sem residência fixa, que anda pelo mundo. Eles não viviam sós na Palestina, como também no Líbano, Iraque, em toda aquela região, chegando a uma base de 15% da população da região conhecida como Oriente Médio.

Se os judeus não tivessem o apoio das grandes nações imperialistas, creio que jamais iriam para a Palestina.

É bem certo que os judeus começaram a emigrar para a região da Palestina entre as duas grandes guerras mundiais, a princípio, como simples comerciantes, encontrando as portas abertas, mas, foi quando surgiu o movimento da ONU, de formação de um estado sionista dentro da Palestina, que a coisa esquentou. O feudalismo parou na Europa, mas continuou no Oriente Médio, com o povo palestino. Sem nenhuma ajuda política e apoio de alguma espécie para encarar uma grande nação, que era a Inglaterra, porque apoiava os judeus, os palestinos mediram as suas espingardas e pedras com os armamentos pesados das nações capitalistas. Já os judeus, com o poder financeiro e o apoio da ONU, tinham tudo para tomar as terras que dizem ser de seus ancestrais.

Os palestinos estão altamente feridos e abandonados. Marginalizado pela própria situação política na região. Não tem vida social e infra-estrutura domiciliar. Foram expulsos de suas terras e espalhados por toda Península Arábica. Cerca de 600 mil encontram-se no Líbano, outros tantos na Síria, Jordânia e Egito. Ou seja, juntaram o povo, permitindo que se espalhasse o povo palestino.

Recentemente, os judeus decidiram em mesa redonda que só aceitam a volta de 100 mil palestinos. Qual o problema de Isaac conviver com Mamede, ou Jacó com Elias? E por que os judeus aceitam receber os palestinos para trabalhar, se recebiam uma base de 180 mil palestinos para trabalhar em seu território, em trabalhos braçais, e não podem recebe-los para morar?

Naturalmente que os judeus, geralmente formados nas melhores universidades da Europa, não querem pegar no tijolo, e isso fica a cabo do povo palestino. Vale lembrar que o palestino não pode dormir no local. Terminada a jornada de trabalho, tem que retornar imediatamente para Cisjordânia ou Gaza.

O que aconteceu é que a partir de 1948, centenas e milhares de palestinos foram expulsos de seus lares, ocupados por judeus que vieram da Europa e esse fato acabou gerando os atos de violência do momento.

Hoje, o palestino é visto como um terrorista nato, um marginal, mas a resposta é simples: vingança. Muitos deles viram o pai e a mãe morrerem, a casa ser destruída, o olival derrubado, cortado e pensando não ter mais nada a perder, reagiram desta forma. O palestino não tem "índole má", como pode parecer para alguns. Não há casos de palestinos perseguirem qualquer homem de nacionalidade árabe ou ir até a Europa matar judeu. Há reações dentro da Palestina. Toda essa violência é apenas uma conseqüência do que foi decidido no final da Segunda Guerra Mundial, pelo poder sionista. São 54 anos de luta do refugiado, que até 1948 era um cidadão palestino comum, sem que se encontrem uma solução política para o conflito.

Quem paga com isso é sempre o povo. O soldado simples que vai para frente de batalha, e não aquele industrial, banqueiro e grande comerciante, que tem interesses no conflito. A única cidade realmente construída por judeus, até 1948, foi Telavive, que se tornou a capital. Ali conviviam em paz com os palestinos antes de começarem a se apoderar de toda a terra e expulsá-los.

A parte da Cisjordânia foi ocupada em 1977, o que restou da Palestina, porque havia uma partilha e ali, por uma questão qualquer política internacional, não se chegou a um acordo, tanto de um lado quanto do outro.

O palestino médio pode até possuir algum grau de escolaridade, todavia ficará sempre aquém do judeu. Uma empresa americana, por exemplo, não vai investir pesado no Líbano ou na Jordânia, por serem áreas de risco. Já os judeus são os maiores empresários do mundo, com nacionalidades diferentes.

O judaísmo não é uma raça, mas uma religião. Muitos judeus nunca estiveram na região, ao mesmo tempo em que alguém da região que era judeu se converteu ao cristianismo e hoje não é mais. Assim, existem judeus americanos e europeus, a maioria poderosa financeiramente. Em Nova York vivem cerca de seis milhões de judeus, e entre eles estão americanos, alemães, franceses, ingleses, brasileiros e outros.

Se a questão é clemência, apoio aos judeus no sentido de voltarem às suas terras de origem e não mais serem perseguidos pelo mundo, então por que todos não emigraram para a região da Palestina, abandonando assim os seus grandes negócios na Europa e Estados Unidos?

A questão talvez seja deixar a região carregada e empobrecida, para assim poder explorar ainda melhor as riquezas naturais.

quarta-feira

David Duke

David Duke nascido em 01 de julho de 1950 é um ativista nacionalista branco, escritor e politico. Foi organizador dos cavaleiros da Ku Klux Klan. Duke descreve-se como um realista racial, afirmando que "todas as pessoas têm um direito humano básico para preservar sua própria herança." É também um forte defensor da oposição ao sionismo, assim como o que ele afirma ser o controle dos judeus do Federal Reserve Bank, o governo federal e da mídia. Duke apóia anti-imigração, tanto legal como ilegal, apóia a preservação da cultura ocidental e valores familiares, Constituição rigorosa, apóia a abolição da Receita Federal, a segregação racial voluntária, ardente anti-comunismo e do separatismo branco.

(Para adicionar legendas ao video clique em "cc" na barra do video, depois em Traduzir Legendas, selecione o idioma e após clique Ok.)

Stop the Genocide of European Mankind - Pare o genocídio da humanida Europeia


Race is More than Skin Clor - A Raça é mais que a cor da Pele


Hollywood Basterds
"O filme tem um título preciso: Inglorious Basterds. Que é exatamente o que eles são.
Mas não são só os personagens que são bastardos, assim são os produtores do filme, diretores e atores. E assim são todos os proprietarios dos meios de comunicação que promovem este lixo doente. Eles são todos Basterds Hollywood."



Zionist Terrorism in Norway - Terrorismo Sionista na Noruega


The Zionist Red Army - Exercito Vermelho Sionista


Israeli Terrorism Against America - Terrorismo de Israel Contra a América


Freud, Zionism and Sexual Revolution - Freud Sionismo e Revolução Sexual


A Warning to the Muslim World - Aviso ao mundo muçulmano

sexta-feira

A Origem

Este texto foi escrito com a intenção de pesquisar e informar, não tem finalidade de uma doutrina religiosa ou buscar seguidores. A única finalidade é de impulsionar os poucos visitantes do Bom Senso a pesquisar sobre a origem do próprio sangue.


DEMIURGO – Criador
Demiurgo é o ser que o judaísmo e o cristianismo chamam de Deus, os maçônicos o chamam de “Arquiteto do Universo”. Ele tem o poder de criar, mas na verdade devemos substituir esse verbo por copiar. O Demiurgo é o criador deste universo inferior.
No planeta terra o Demiurgo criou um ser anímico possuidor apenas de conhecimentos básicos.

OS DEUSES TRAIDORES
Com o intuito de modificar o plano de Demiurgo, Deuses de outros planos vieram até este universo. Os Deuses capturaram uma miríade de espíritos magníficos, estes eram os espíritos hiperbóreos pertencentes ao universo não criado. Através de uma cilada estes espíritos “caíram” na terra e foram “implantados” nos seres anímicos, fazendo com que estes seres mudassem também de aparência e forma, foi então neste momento que nasceu a primeira raça com espíritos e mortal, mas estes Deuses tornaram-se traidores para os outros Deuses Hiperbóreos. Estes Deuses traidores se aliaram ao plano do demiurgo e construíram uma moradia chamada Chang Schambala que fica no sistema solar. Aprisionando os espíritos imortais aos seres humanos ilusórios e materiais da Terra.

O INICIO DA HIPERBÓREA NA TERRA
Então os outros Deuses formaram uma estratégia, infiltraram-se voluntariamente no universo criado para ajudar aos espíritos hiperbóreos cativos. Após abrirem um portal em Vênus, alguns Deuses vieram ao jugo da carne e assim tornaram-se semi-deuses, e assim conhecedores da origem e que desejavam voltar para ela.
Iniciou-se então a Hiperbórea terrestre: Agartha, uma enorme muralha, e dentro desta muralha uma enorme construção, algo como um castelo. Quando algum ser normal adentrava as muralhas tornava-se diferente porque conseguia reconhecer sua verdadeira origem, que também era mostrada através das pedras de Vênus, que eram reflexos da origem.

AGARTHA (Valhalla)
O plano dos semi-deuses era de retornar a origem, então usando a extrema sabedoria hiperbórea conseguiram isolar aquele lugar do tempo e espaço,conseguindo assim com que as muralhas e o palácio DESAPARECESSEM da terra, enormes chamas magníficas se ergueram,e uma grande névoa foi o que restou daquele lugar, Agartha. Os homens que permaneceram nesta terra passaram de geração em geração o feito dos Deuses. O que conhecemos sobre Asgard e Valhalla está relacionado a isto, Valhalla está no universo sem sofrer alteração do tempo.


AS TRÊS CLASSES DE HOMENS NA TERRA:
1.Animais-homens primitivos ou PASU.
2.Semi-divinos ou VIRYAS a quem lhes endossou um Espírito.
3.Divinos Hiperbóreos ou Siddhas, que são todos aqueles que lograram RETORNAR A ORIGEM e escapar do Grande Engano. Também são conhecidos por Siddhas Leais uma parte dos Guias, aqueles que NÃO TRAÍRAM e que, encabeçados por Cristo-Lucifer, intentam SALVAR aos viryas mediante a redencao hiperborea do sangue puro, que consiste em despertar a memória primogênita da própria divindade perdida. Estes são os Senhores de Agartha.


“OS ANTIGOS SERES HIPERBÓREOS que ainda permanecem aprisionados neste mundo demoníaco, devem ter bem claro que o inimigo é Iahweh-Satanas, o Demiurgo deste mundo”. Trecho retirado do livro O Mistério de Belicena Villca



A CRIAÇÃO DE ATLÂNTIDA

Depois de Agartha, os homens tendo conhecimento de suas origens divinas criaram Atlântida,uma civilização onde as pedras de Vênus refletiam neles suas origens divinas, havia uma sincronia perfeita, algo fora do tempo e espaço. O líder era reconhecido normalmente pelos outros que eram muito ligados com agricultura e eram muito sábios.
Porém isto não durou até que os Deuses traidores resolveram interferir na terra novamente... Eles através de magia negra copularam com animais, fazendo assim raças bestiais nascerem.

Devido a grande confusão em que se encontravam os atlântes, um deus Hiperbóreo que estava abrigado em Vênus apareceu voluntariamente, Kristos Lúcifer apareceu a vista dos homens fazendo com que Atlântida fosse engolida pelo mar.
Depois disso os atlântes e os demais migraram para as demais regiões da terra, os atlantes brancos aderiram um pacto de sangue e seguiam um deus chamado Navutan,que foi um semi-deus, e mais tarde venerado também pelos Germanos.
As linhagens Hiperbóreas tinham como prioridade o pacto de sangue, para que através do puro sangue todos se lembrassem de suas origens, continuavam com a prática de agricultura, e respeitavam a natureza.
A sabedoria Hiperbórea foi passada de gerações a gerações, depois “pelas sombras”, por exemplo, na idade média era muito difícil seguir o próprio sangue, a sabedoria e alguns sábios hiperbóreos se “escondiam” até mesmo dentro da igreja católica.
Os atlântes morenos priorizavam em ter riquezas, adorar a matéria, pois foram criados pelos deuses que aprovavam a existência do homem na terra.
Todos os povos brancos são descendentes dos atlântes brancos, as civilizações Grécia e Roma foram construídas com sabedoria Hiperbórea.
Os povos habitantes das florestas - os “pagãos” - eram temidos pelos demais por sua bravura, pois eram hostis a este mundo material, a voz do sangue lhes falava alto!




A CRIAÇÃO DOS SEMITAS
Demiurgo como percebeu que tudo estava uma enorme confusão resolveu também "criar" uma raça, um povo, este povo foi o povo semita criado na época da Atlântida, com a intenção de representar o demiurgo na terra.

“A raça hebréia que não é senão a manifestação de Sanat Kumara na Terra para ocupar o máximo escalão da Sinarquia, em nome do Uno. Os mesmos hebreus em sua Cabala estudam que “Israel é um dos 10 sefirot”, o sephirah Malkut, ou seja, uma das emanações do Uno. Finalmente, Iahweh é o nome cabalístico do Uno que Sanat Kumara representa na Terra.” Trecho retirado do livro O Mistério de Belicena Villca

Escrito por D.W. e editado por E.W.

quarta-feira

Ainda pode haver esperança?

Vejo tudo muito deturpado.
A mulher por natureza deveria ser um ser sábio e forte já que lhe cabe a tarefa de criar, ter filhos, e proteger-los. Filhos, que muitas mulheres hoje vêem como um “atraso” de vida, infortúnios, incômodos, ou mesmo “luxo”. Filhos que na verdade são o futuro de nosso sangue, nosso povo, e que serão eles que estarão lá quando a velhice nos bater as portas, o sofrimento e também o combate em diferentes ocasiões, é a família o verdadeiro porto.
Na era cristã boa parte das mulheres deixaram a personalidade guerreira e protetora esquecida, tornando-se submissas aos homens e perdendo a vóz que possuíam nas sociedades anteriores... Quando essas eram conselheiras e lutavam para proteger territórios e povo; participavam e regiam à cultos de suas crenças, cultuavam Deusas; eram até cientistas, estudiosas, artistas e tinham o respeito que mereciam, e claro, que faziam por merecer.
E hoje, quantas mulheres defendem feminismos, pensam estar no grau de superioridade mais elevado possível para a mulher, e ainda reclamam o respeito que não estão recebendo?
É uma piada. Estas mulheres me fazem rir – para não chorar com tamanha decadência ressaltamos nosso ótimo humor.
Não posso dizer que de toda forma nestas últimas 5 décadas as mulheres não tenham tido conquistas, e algumas evoluções. Mas estas mesmas evoluções tornaram-se por fim meios de degeneração aos valores da mulher.
E agora só me resta pensar, ainda há forma de evoluir? Porque a cada dia observo a forma que as mulheres se comportam e perco cada fio de esperança que resta.
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