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sexta-feira

Anos da Era Hiboriana


Creio que alguns leitores deste blog devem conhecer a obra máxima do escritor norte americano Robert Erwin Howard,Conan o Cimério,devido ao fato de que Conan é um guerreiro Ariano pertencente ao povo da Ciméria...Tudo isso não passou de ficção podem pensar algumas pessoas mas como disse Conan representa um guerreiro Ariano,um Cimério,a fria e melancólica Ciméria equivale a Alemanha nos tempos antigos,ou seja,cada reino e cada povo no universo de Conan tem uma ligação com o mundo real,pelo menos o que era antigamente.A era de Conan é chamada de Era Hiboriana,os Hiborianos eram os povos brancos,povos do norte,primordialmente seguidores de um deus líder chamado Bori,séculos mais tarde os Hiborianos se dividiram,alguns ergueram reinos como Hiperbórea e Aquilônia,outros viviam em tribos como os bárbaros Cimérios...Segue abaixo um texto escrito pelo próprio Robert Howard,explicando tudo sobre o mundo de Conan muito antes da era Hiboriana,antes mesmo dos dois cataclismas,no decorrer do texto Howard explica também as características raciais de cada povo do universo de Conan,desde os Hiborianos,Stygios e Shemitas.O texto é recomendado tanto para os fãs do Cimério quanto também para apreciadores de história e esotéricos.(Hartmut Erhard).

Anos da Era Hiboriana

Nada que esteja neste artigo deve ser considerada uma tentativa de mostrar qualquer teoria oposta à história consagrada. É simplesmente um cenário fictício para uma série de histórias de ficção. Há alguns anos, quando comecei a escrever as histórias de Conan, preparei esta “história” de sua época e dos povos daquela época, com o propósito de emprestar a ele e à sua saga uma maior aparência de realidade. E descobri que, ao me ater aos “fatos” e ao espírito dessa história, ao escrever as histórias, era mais fácil visualizá-lo (e, portanto, de apresentá-lo) como uma personagem real de carne e ossos em vez de um produto acabado. Ao escrever sobre ele e sobre suas aventuras nos diversos reinos de sua Época, jamais violei os “fatos” ou o espírito da “história” aqui definidos, mas sempre segui as linhas dessa história com tanto cuidado quanto o verdadeiro escritor de ficção histórica segue as linhas da história verdadeira. Usei esta “história” como guia para todas as histórias desta série que escrevi.(Robert Howard)
Pouco se sabe sobre aquela época que os cronistas nemédios conheciam como a Era Pré-Cataclísmica, com exceção da última parte, que está envolta na névoa lendária. A História conhecida começa com o declínio da civilização pré-cataclísmica, dominada pelos reinos de Kamélia, Valúsia, Verúlia, Grondar, Thule e Commoria. Esses povos falavam línguas semelhantes, indicando uma origem comum. Havia outros reinos, igualmente civilizados, mas habitados por raças diferentes e aparentemente mais antigas.Os bárbaros daquela época eram os pictos, que viviam nas ilhas bem distantes em meio ao oceano ocidental; os atlantes, que habitavam um pequeno Continente entre as Ilhas Pictas e o Continente principal, ou o Continente Thuriano; e os lemurianos, que habitavam uma cadeia de ilhas grandes, no hemisfério oriental. Havia extensas regiões de terras inexploradas. Os reinos civilizados, embora enormes, ocupavam uma porção relativamente pequena do planeta inteiro. Valúsia era o reino situado no extremo ocidente do Continente Thuriano; Grondar, no extremo oriente. Ao leste de Grondar, cujos povos eram menos cultos do que os dos reinos aparentados, estendia-se uma série de desertos. Entre os pedaços menos áridos dos desertos, nas selvas e no meio das montanhas, viviam clãs e tribos esparsas de selvagens primitivos. Bem ao sul havia uma misteriosa civilização, sem laços com a cultura thuriana, e aparentemente de natureza pré-humana. Nas distantes praias do Leste do Continente vivia outra raça, humana, mas misteriosa e não thuriana, com a qual, de tempos em tempos, os lemurianos entravam em contato. Originavam-se provavelmente de um Continente sombrio e sem nome, situado em algum lugar a leste das Ilhas Lemurianas.A civilização thuriana estava ruindo; seus exércitos compunham-se principalmente de mercenários bárbaros. Seus generais eram pictos, atlantes e lemurianos, assim como seus estadistas e, muitas vezes, seus reis. Havia muito mais lendas do que história precisa sobre as lutas entre os reinos e as guerras entre Valúsia e Commoria, assim como sobre as conquistas pelas quais os atlantes fundaram um reino no Continente.Então o cataclismo sacudiu o mundo. A Atlântida e a Lemúria submergiram, e as Ilhas Pictas foram empurradas para cima, formando os picos das montanhas de um novo Continente. Partes inteiras do Continente Thuriano desapareceram sob as ondas, ou afundaram formando grandes lagos e mares interiores. Vulcões entraram em erupção e terríveis terremotos derrubaram as reluzentes cidades dos impérios. Nações inteiras foram apagadas.Os bárbaros estavam em condições um pouco melhores do que as raças civilizadas. Os habitantes das Ilhas Pictas foram destruídos, mas uma grande colônia deles, estabelecida no meio das montanhas da fronteira sul da Valúsia para servir de anteparo contra as invasões de estrangeiros, permaneceu intacta. O reino continental dos atlantes também escapou da ruína geral, e para lá se dirigiram em navios milhares de pessoas de suas tribos, fugindo da terra submersa. Muitos lemurianos fugiram para a costa leste do Continente Thuriano, a qual permanecia relativamente intocada. Foram escravizados ali pela antiga raça que já morava no lugar, e a história deles, durante milhares de anos, é uma história de brutal servidão.Na parte oeste do Continente, condições mutantes criaram formas estranhas de vida vegetal e animal. Selvas espessas cobriam as planícies, grandes rios cortavam seu caminho rumo ao mar, montanhas selvagens foram erguidas e lagos cobriam os destroços de velhas cidades localizadas nos vales férteis. O reino continental dos atlantes foi invadido por miríades de animais e de selvagens — homens-macaco e macacos, que fugiam das regiões submersas. Apesar de forçados a lutar constantemente por suas vidas, eles conseguiram conservar vestígios do seu adiantado estado anterior de barbárie. Destituídos de metais e de minério, eles passaram a trabalhar a pedra como seus ancestrais remotos o fizeram, e já haviam alcançaram um nível verdadeiramente artístico quando sua cultura entrou em contato com a poderosa nação picta; os pictos também haviam regredido para a pedra lascada, mas haviam avançado mais rapidamente em termos de população e da arte da guerra. Faltava-lhes a natureza artística dos atlantes, pois eles eram uma raça mais grosseira, mais prática, mais prolífica. Eles não deixaram imagens pintadas ou entalhadas em mármore, como o fizeram seus inimigos, mas deixaram uma abundância de eficientes armas de pedra lascada.Esses reinos da idade da pedra desmoronaram e, numa série de guerras sangrentas, os atlantes, cujo número era menor, foram lançados de volta a um estado de selvageria, e a evolução dos pictos foi interrompida. Quinhentos anos depois do cataclismo, os reinos bárbaros desapareceram. Atualmente é uma nação de selvagens — os pictos — que guerreia constantemente com as tribos selvagens — os atlantes. Os pictos tinham a vantagem de serem em número maior e de se unirem, enquanto os atlantes haviam se dispersado em clãs com pouca ligação entre si. Esse era o Oeste daqueles dias.No Leste distante, separados do resto do mundo pelo surgimento de gigantescas montanhas, e pela formação de cadeias de lagos extensos, os lemurianos estão labutando como escravos de seus antigos senhores. O extremo Sul ainda está envolto em mistério. Intocado pelo Cataclismo, seu destino ainda é pré-humano. Das raças civilizadas do Continente Thuriano, um remanescente das nações não valusianas habita entre as montanhas baixas do Sudeste — os zhemri. Aqui e ali pelo mundo espalham-se clãs de selvagens simiescos, totalmente alheios à ascensão e à queda das grandes civilizações. Mas, no extremo Norte, outros povos estão nascendo aos poucos.Na época do cataclismo, um bando de selvagens, cujo desenvolvimento não estava muito acima do Neanderthal, fugiu para o norte para escapar da destruição. Eles encontraram os países cobertos de neve habitados somente por uma espécie de ferozes macacos-da-neve — enormes animais de pêlo branco, aparentemente nativos daquele clima. Os selvagens lutaram com eles e os baniram para além do Círculo Ártico, achando que lá pereceriam. Então, estes se adaptaram ao novo ambiente inóspito e prosperaram.Depois que as guerras picto-atlantes haviam destruído o início daquilo que poderia ter sido uma nova cultura, outro cataclismo menor alterou mais a aparência do Continente original; deixou um grande mar interior onde outrora existira uma cadeia de lagos, separando mais ainda o Oeste do Leste; e os terremotos, as enchentes e os vulcões completaram a ruína dos bárbaros que as guerras tribais haviam começado.Mil anos depois do cataclismo menor, o mundo ocidental é uma terra selvagem de matas, de lagos e de rios torrenciais. Entre as colinas cobertas por florestas, a noroeste, existem bandos nômades de homens-macaco, que não falam uma língua humana, não conhecem o fogo nem o uso de ferramentas. São os descendentes dos atlantes, decaídos no caos de animalidade florestal para fora da qual seus ancestrais, séculos atrás, haviam tão laboriosamente se arrastado. A sudoeste, habitam esparsos clãs de selvagens homens das cavernas decaídos, que falam uma língua mais primitiva, mas que ainda conservam o nome de pictos, termo que chegou a significar meramente seres humanos, para distingui-los dos verdadeiros animais com os quais eles disputam a vida e o alimento. É o único vínculo que têm com o estágio anterior. Nem os esquálidos pictos nem os simiescos atlantes têm qualquer contato com outras tribos ou com outros povos.No extremo Leste, os lemurianos, rebaixados até quase o plano animalesco pela brutalidade da escravidão, insurgiram-se e destruíram seus senhores. São selvagens entre as ruínas de uma civilização estranha. Os sobreviventes dessa civilização, que haviam escapado da fúria de seus escravos, foram migrando rumo ao oeste. Eles atacam aquele misterioso reino pré-humano do Sul e derrubam-no, substituindo sua própria cultura, modificada pelo contato com a mais antiga. O reino novo se chama Stygia, e os remanescentes da nação mais antiga parecem ter sobrevivido, e até terem sido adorados, depois que a raça como um todo fora destruída.Aqui e ali pelo mundo, pequenos grupos de selvagens mostram sinais de uma tendência ascendente; são esparsos e insignificantes. Mas no Norte, as tribos estão crescendo. Esses povos são chamados de hiborianos, ou hibori; o deus deles era Bori — algum chefe importante, a quem as lendas tornaram mais antigo ainda como o rei que os conduzira para o norte nos dias do grande Cataclismo, do qual as tribos se lembram apenas em forma de folclore distorcido.Eles se espalharam pelo Norte e estão descendo para o sul em passos vagarosos. Até agora, ainda não entraram em contato com outra raça; suas guerras têm sido entre eles mesmos. Mil e quinhentos anos passados nas terras do Norte os tornaram uma raça de homens altos, louros, de olhos cinza, vigorosos e guerreiros, já exibindo uma natureza artística e poética bem definida. Eles ainda vivem principalmente da caça, mas as tribos do Sul têm criado gado há alguns séculos. Há uma exceção em seu completo isolamento de outras raças: um nômade, que viajara para o extremo norte, voltara com a notícia de que os desertos gelados, supostamente desabitados, eram habitados por uma grande tribo de homens simiescos, descendentes, conforme jurava, dos animais banidos das terras mais habitáveis pelos ancestrais dos hiborianos. Ele instava para que uma grande companhia de guerra fosse enviada para além do Círculo Ártico a fim de exterminar esses animais, que ele jurava que estavam evoluindo para seres humanos. Riram dele; um pequeno bando de jovens guerreiros aventureiros seguiu-o para o norte, mas ninguém voltou.Mas as tribos dos hiborianos estavam migrando para o sul e, conforme a população crescia, o movimento deles se expandia. A época seguinte foi de andanças e de conquistas. Através da história do mundo, tribos e levas de tribos se movem e mudam de lugar num panorama sempre em mutação.Vamos olhar para o mundo quinhentos anos mais tarde. Tribos de hiborianos louros migraram para o sul e para o oeste, conquistando e destruindo muitos clãs pequenos e sem classificação. Absorvendo o sangue das raças conquistadas, os descendentes de migrações anteriores já começaram a mostrar traços raciais modificados, e essas raças misturadas são atacadas ferozmente pelas migrações novas, de sangue mais puro, e varridas à sua frente, como uma vassoura varre imparcialmente o lixo, para se tornarem mais misturadas ainda e enredadas no lixo das raças e finais de raças.Os conquistadores ainda não entraram em contato com as raças mais antigas. No Sudeste, os descendentes dos zhemri, recebendo o impulso do sangue novo resultante da mistura com alguma tribo não-classificada, estão começando a tentar fazer reviver uma leve sombra de sua antiga cultura. No Oeste, os simiescos atlantes estão começando a longa escalada ascendente. Eles completaram o ciclo de existência; esqueceram-se há muito tempo de sua existência anterior como seres humanos; inconscientes de qualquer outro tipo de estado, estão começando a subir, sem a ajuda nem o impedimento das memórias humanas. Ao sul deles, os pictos continuam selvagens, aparentemente desafiando as leis da Natureza por não estar progredindo nem retrocedendo. No extremo Sul sonha o antigo reino misterioso de Stygia. Nas suas fronteiras do Leste, vagueiam clãs de nômades selvagens, já conhecidos como os Filhos de Shem.Próximo aos pictos, no extenso vale de Zingg, protegido pelas grandes montanhas, um bando de primitivos sem nome, classificado aproximadamente como parente dos shemitas, desenvolveu um sistema avançado de agricultura e de existência.Outro fator acrescentou-se ao ímpeto da migração hiboriana. Uma tribo dessa raça descobriu o uso da pedra na construção, e assim surgiu o primeiro reino hiboriano — o reino rude e bárbaro de Hiperbórea, que teve seu início numa fortaleza rude de pedras, construída para repelir os ataques das tribos. As pessoas dessa tribo logo substituíram suas tendas de pele de cavalo por casas de pedra, de construção tosca, mas forte; e, protegidas assim, tornaram-se fortes. Há poucos fatos mais dramáticos na história do que o surgimento do reino rude e violento da Hiperbórea, cujos povos abandonaram abruptamente a vida nômade para erguer moradias de pedra bruta, cercadas por muros ciclópicos — uma raça recém-saída da idade da pedra polida que, por um golpe do destino, aprendeu os primeiros princípios grosseiros da arquitetura.O surgimento desse reino afastou muitas outras tribos, pois, vencidos nas guerras ou se recusando a pagar tributos aos parentes que moravam em castelos, muitos clãs partiram caminhando por longas trilhas que os levaram para o outro lado do mundo. E as tribos mais ao norte já começam a ser acossadas por gigantescos selvagens loiros, não muito mais avançados que homens-macaco.A história dos próximos mil anos é uma história da ascensão dos hiborianos, cujas tribos belicosas dominam o mundo ocidental. Reinos rudes vão tomando forma. Os invasores loiros enfrentaram os pictos, empurrando-os para as terras desertas do Oeste. A noroeste, os descendentes dos atlantes que, sem receber ajuda, passam do estado simiesco para um estado primitivo selvagem, ainda não se defrontaram com os conquistadores. No extremo Leste, os lemurianos estão desenvolvendo uma estranha semi-civilização própria. Ao sul, os hiborianos fundaram o reino de Koth, nas fronteiras daqueles países de pastores conhecidos como as Terras de Shem, e os selvagens daquelas terras, em parte através do contato com os hiborianos, em parte através do contato com os stígios que os atacaram durante séculos, estão emergindo do barbarismo. Os selvagens loiros do extremo Norte cresceram em poder e em número, fazendo com que as tribos hiborianas do Norte migrem para o sul, afugentando seus clãs parentes diante deles. O antigo reino de Hiperbórea é derrubado por uma dessas tribos, que, no entanto, conserva seu antigo nome. A sudeste da Hiperbórea, surgiu um reino dos zhemri chamado Zamora. A sudoeste, uma tribo de pictos invadiu o vale fértil de Zingg, conquistou o povo agrícola local e se estabeleceu entre eles. Essa raça misturada foi por sua vez conquistada mais tarde por uma errante tribo de Hyboris, e desses elementos misturados surgiu o reino de Zingara.Quinhentos anos mais tarde, os reinos do mundo estão claramente definidos. Os reinos dos hiborianos — Aquilônia, Nemédia, Britúnia, Hiperbórea, Koth, Ophir, Argos, Corinthia e um reino chamado de Reino da Fronteira — dominam o mundo ocidental. Zamora fica a leste, e Zingara a sudoeste desses reinos — povos semelhantes pela pele escura e pelos costumes exóticos, mas sem outro parentesco. No extremo Sul dorme a Stygia, intocada pelas invasões estrangeiras, mas os povos de Shem trocaram o jugo stígio pelo jugo menos opressor de Koth. Os escuros senhores foram afugentados para o sul do grande rio Styx, Nilus, ou Nilo, que, correndo para o sul partindo das sombrias terras do interior, dobra quase que em ângulo reto e corre quase que rumo a oeste através das pastagens de Shem, para desaguar no grande mar. Ao norte da Aquilônia, o mais ocidental dos reinos hiborianos, estão os cimérios, selvagens ferozes, indomados pelos invasores, mas que avançam rapidamente por causa do contato com eles; são descendentes dos atlantes, agora progredindo mais estavelmente que seus antigos inimigos, os pictos, que habitam as selvas a oeste da Aquilônia.Mais quinhentos anos e os povos hybori são proprietários de uma civilização tão viril, que o contato com ela virtualmente arranca do estágio de selvageria as tribos que toca. O reino mais poderoso é a Aquilônia, mas outros competem com ela em força e esplendor. Os hiborianos se tornaram uma raça consideravelmente mista; os mais próximos da antiga raça-raiz são os gunder da Gunderlândia, uma província setentrional da Aquilônia. Mas esta mistura não enfraqueceu a raça. Dominam supremos no mundo ocidental, embora os bárbaros das terras inóspitas estejam se fortalecendo.Ao norte, bárbaros de cabelos dourados e olhos azuis, descendentes dos louros selvagens árticos, expulsaram as remanescentes tribos hiborianas das terras nevadas, com exceção do antigo reino da Hiperbórea, que resiste aos ataques. O país deles se chama Nordheim, e eles se dividem entre os ruivos vanires de Vanaheim e os louros aesires de Asgard.Agora os lemurianos tornam a entrar na história como hirkanianos. Avançaram firmemente rumo ao Ocidente através dos séculos, e agora uma tribo ladeia o extremo Sul do grande mar interior — Vilayet — e estabelece o reino de Turan na costa sudoeste. Entre o mar interior e as fronteiras orientais dos reinos nativos, há uma extensão de estepes e, no extremo Norte e no extremo Sul, desertos. Os habitantes não-hirkanianos desses territórios, no Norte são pastores esparsos sem classificação; no Sul são shemitas, com um leve traço de sangue hiboriano dos conquistadores nômades. No final dessa época, outros clãs hirkanianos avançam para o oeste, ao redor das costas setentrionais do mar interior, e se chocam com os postos avançados orientais dos hiperbóreos.Vamos dar uma olhada nos povos dessa época. Os hiborianos dominantes já não têm mais cabelo castanho-claro e olhos cinza. Estão misturados com outras raças. Há um forte traço shemita, até stígio, entre os povos de Koth, e, menos intenso, de Argos, enquanto no último caso, o cruzamento com os zíngaros foi mais extenso do que com os shemitas. Os britunianos casaram-se com os zamorianos de pele escura, e os povos do Sul da Aquilônia se misturaram com os zíngaros de pele escura até que o cabelo negro e os olhos castanhos se tornaram o tipo dominante em Poitain, a província do extremo Sul. O antigo reino da Hiperbórea é mais reservado do que os outros, mas existe bastante sangue estrangeiro nas suas veias, por causa da captura de mulheres estrangeiras — hirkanianas, aesires e zamorianas. Somente na província da Gunderlândia, onde os povos não mantêm escravos, a raça hiboriana é pura. Mas os bárbaros conservaram pura sua descendência; os cimérios são altos e fortes, com cabelo escuro e olhos azuis ou cinza. Os povos de Nordheim são de compleição semelhante, mas têm a pele branca, olhos azuis e cabelo louro-claro ou ruivo. Os pictos são do mesmo tipo que sempre foram — baixos, muito escuros, com olhos e cabelo negros. Os hirkanianos são escuros e geralmente altos e magros, embora haja um tipo atarracado, de olhos amendoados, cada vez mais comum entre eles, resultado de uma mistura com uma curiosa raça de aborígines inteligentes, embora abrutalhados, conquistada por eles entre as montanhas a leste do Vilayet, na sua migração para o oeste. Os shemitas são geralmente de estatura mediana, embora, às vezes, quando misturados com sangue stígio, sejam gigantescos, de ombros largos e fortes, com nariz adunco, olhos escuros e cabelo preto-azulado.Os stígios são altos e bem proporcionados, escuros, de traços retos — pelo menos a classe reinante pertence a esse tipo. As classes inferiores são uma horda de oprimidos e mestiços, uma mistura de sangue negróide, stígio, shemita e até hiboriano. Ao sul da Stygia ficam os vastos reinos negros das amazonas, dos kushitas, dos atlaianos e o império híbrido de Zimbabwe.
Entre a Aquilônia e a selva picta ficam as fronteiras bossonianas, habitadas pelos descendentes de uma raça aborígene, conquistada por uma tribo de hiborianos, no início das primeiras épocas da migração hiboriana. Este povo misto jamais conquistou a civilização dos hiborianos mais puros, e foi expulso por eles até a própria orla do mundo civilizado. Os bossonianos são de estatura mediana, têm olhos castanhos ou cinza, e são mesocefálicos. Vivem principalmente da agricultura, em grandes aldeias muradas, e fazem parte do reino da Aquilônia. Suas fronteiras se estendem desde o Reino da Fronteira até o norte de Zingara, no sudoeste, formando uma barreira para a Aquilônia contra os cimérios e os pictos. São obstinados lutadores defensivos, e séculos de guerras contra os bárbaros do norte e do oeste fizeram com que eles desenvolvessem um tipo de defesa quase intransponível contra um ataque direto.
Assim era o mundo na época de Conan.

Fonte:Conan - Espada e magia #1.


quinta-feira

QUEM ERA HITLER?

Eu o conheci. E o conheci ao longo de dez anos. Muito de perto. Tanto no momento de sua glória como quando destruía todo seu universo de idéias e sonhos. Sei quem era: tanto o líder político, como o líder guerreiro. Sei quem era o homem; simplesmente um homem, sem mais. Tudo o que a seu respeito é permitido levar a público, me é absolutamente indiferente. O que sim me importa é a verdade, o que eu sei. Além disso, só a estupidez das massas pode fazer acreditar que um homem que conduziu cem milhões de alemães a segui-lo, pelo qual morreram milhões de jovens, não era mais que uma espécie de Sardanápalo ou de Nero, bebendo sangue, dia e noite, no grifo de sua loucura.

Ainda relembro tê-lo visto em Berlin, no primeiro de maio de 1934, montado no mais alto de um grandioso palanque no campo de aviação de Tempelhof. Centenas de milhares de devotados ouvintes ferviam debaixo de sua vista. No entanto, eu havia sofrido uma decepção. Sua eloqüência era pouco realçada, forçosamente rudimentar, bastante monocórdia. Um público latino teria sido mais exigente. Até sua ironia era estranha! Mais que uma eloqüência-arte, era uma eloqüência-força. O brilho de seus olhos também não me impressionou. Não esquadrinhava, como se diz, no olhar de seu interlocutor. Seu brilho não tinha nada de insustentável. Azuis, vivos, seus olhos eram belos; seu olhar era leve, novo, irradiava potência; mas não pretendia nunca intimidar, nem seduzir, e muito menos enganar. Podia vê-lo de frente, fixo e com insistência, sem ter a sensação de ser dominado ou de incomodar-lhe nem um pouco. A mão de Hitler não apertava tanto, era mais leve. Geralmente, e principalmente com verdadeiros amigos, Hitler não dava a mão, mas apoiava a de seu interlocutor entre as suas. Nunca me senti transgredido por tal contato, como a velha e louca princesa romena, nem nunca pulei pelos efeitos de uma deflagração.

Não necessitava nada, somente beleza. Com os direitos de autor de seu “Mein Kampf” comprou um maravilhoso Boticelli que pendurou sobre sua cama. Fora isso, nunca levava um único marco consigo e morreu sem deixar um só “pfennig”. Para ele, não existia este problema dos bens pessoais, do dinheiro próprio. Estou certo de que durante os últimos anos de sua vida, não pensou em si próprio nem uma única vez.

Tinha paixão pela música. Até um ponto incrível. Possuía uma memória auditiva apenas comparável a memória falada de um De Gaulle. Absorvia e retinha para sempre qualquer composição musical, ao escutá-la apenas uma vez. Por mais longa que fosse, a assobiava sem um só erro. Wagner era seu deus. Conhecia até o fim de suas composições.

Sim. Também conheci a “Blondie”, sua cadela dos últimos anos. O pobre animal coxeava ao seu lado, pela casinha de madeira, como se suspeitasse também dos trágicos riscos na Frente russa. O próprio Hitler lhe preparava a comida, pela meia noite, abandonando durante dez minutos os visitantes presentes para alimentar ao seu companheiro.

E suas companheiras? A respeito desse ponto, foi-se realmente para além dos limites da mais delirante imaginação, assim como do sadismo. Odiava as brincadeiras de corpos, com a que tantos homens – de pouca grandeza – gozam. Admirava a beleza feminina. Um dia se aborreceu porque sua secretária não lhe havia conseguido os dados de uma jovem extraordinariamente bela e radiante, que havia se lançado sobre seu carro para ovacioná-lo. Não para estabelecer um encontro com ela, como qualquer outro homem teria feito, mas porque queria enviar-lhe um ramo de flores. Agradava-lhe a companhia feminina. Conheci bem Siegried von Weldseck, a jovem mais bonita do Reich, alta, com os olhos claros, de pele maravilhosamente suave e lustrosa e seios pequenos. Qualquer um teria caído de paixão por ela. Passei ao seu lado as últimas horas agradáveis da guerra, precisamente quando ela foi ao meu setor do Front de Oder para recolher várias cartas que seu amigo Hitler lhe havia escrito. Pois bem. O essencial de suas relações com o líder consistia em ir a sua casa todas as terças-feiras, tal como a própria Siegried me contou, para ouvir música, sendo que ela sempre esteve acompanhada.

Milhões de mulheres alemãs – E não-alemãs! – se apaixonaram por ele. Tinha um armário cheio de cartas de admiradoras que lhe haviam suplicado a Hitler para que este as presenteasse com um filho.

Posso ainda acrescentar que o amor não lhe trouxe mais que tragédias. Hitler era, repito, um moço tímido. E tímido como uma garota que faz a primeira comunhão. Chegou-se uma paixão por dois longos anos, pela indicada Estefania. Entretinha-se desenhando o palácio, evidentemente wagneriano, no qual compartilhavam a felicidade juntos. De Viena, escrevia-lhe cartas inflamadas de amor, com uma letra enervada, entrecortada. Mas sua assinatura ficava ilegível e não deixava o remetente. “É verdade, me lembro muito bem. Mas faz tanto tempo desde tudo aquilo. Cinqüenta anos! Sim, efetivamente, eu recebia as cartas que você diz. Então, segundo você, eram cartas de Hitler?” Isto me dizia Estefania. Sua paixão de então nunca se apresentou nem nunca se atreveu a apresentar-se. Ela se casou. Agora vive em Viena, já idosa, viúva de um tenente-coronel. Foi o primeiro amor de Hitler.

Se o amor por Estefania não terminou em nada, todos os demais amores de Hitler não terminaram senão em catástrofes. Nenhuma das mulheres que tiveram entre os braços do homem mais importante da Europa terminou o romance sem um drama horrível.
A primeira se enforcou no quarto de um hotel.
A segunda, sua sobrinha Geli, se matou em seu apartamento de Munique, com sua própria pistola. Hitler ficou furioso. Durante três dias ficou isolado em seu pequeno apartamento da Baviera, disposto a suicidar-se por igual. Nunca mais a lembrança de Geli abandonaria sua vida. Seu busto sempre estava adornado de flores.
A terceira foi Eva Braun, sobre a qual se têm criado falsas lendas, no mínimo insensatas e às vezes grotescas. Também eu fui testemunho deste romance. Soube tudo dela. Era uma pequena empregada do melhor amigo de Hitler, o fotógrafo de Munique, Hoffmann, igualmente bom amigo meu. Estava louca pelo belo Adolf, todavia muito mau vestido naquele momento, com sua espantosa gabardina clara, sempre enrugada, a mecha de cabelo caindo como a calda de um pássaro morto, o nariz bastante grosso, apoiado sobre o bigode feito uma escova de dente.
Mas a bonita Eva, rechonchuda e rosada, lhe amava fervorosamente. Tentou fazer-lhe cair na armadilha de um beijo. Uma madrugada pediu a Hoffmann, seu chefe, que o chamasse por telefone para que lhes unisse durante sua festa pela noite. Ele saia pouco. Passava até as madrugadas mergulhado em seus estudos. No fim, deixou-se convencer e compareceu à reunião. No momento em que passava, sem se dar conta, debaixo do chafariz, a bela Eva, que esperava a ocasião, pulou em seu colo, seguindo o velho costume nórdico. Hitler ficou parado, duro como um recruta, deu meia volta, dependurou a gabardina no cabide e marchou à rua sem dizer qualquer palavra. Mas ali não terminaria o assunto. A pobre Eva estava mais apaixonada do que nunca. Começou, então, de novo, o drama. Quando se deu conta de que o querido Adolf era totalmente inacessível, também ela carregou um revólver e disparou-o em pleno coração. Quase todos ignoram aquele frustrado suicídio. Mas dez anos antes de tirar a própria vida ao lado de Hitler, Eva Braun já havia desejado suicidar-se uma vez, por seu amor a ele. Depois das duas mortes precedentes, havia motivos para se assustar. Eva não morrera. Hitler queria saber se realmente tinha sido uma tentativa de suicídio ou simplesmente um teatro para impressionar-lhe. O informe do Professor da Universidade de Munique, que a examinou a pedido de Hitler, foi categórico: Eva havia falhado em sua tentativa de suicídio por alguns poucos milímetros. Realmente, era uma paixão integral, que a havia feito ter preferido a morte diante o fracasso de não ter podido dar a seu bem-amado todo o impulso de sua vida. Foi então quando Eva Braun entrou na vida de Hitler.

Outro tiroteio feminino iria ter lugar debaixo da sacada de Hitler, no primeiro dia da Segunda Guerra Mundial. Desta vez era uma inglesa que tentava suicidar-se. Era uma garota maravilhosa. Eu a conheci e a admirei, bem como suas irmãs, uma das quais estava casada com Oswald Mosley, o líder dos fascistas ingleses. Todas eram bonitas. Mas Unity – Unity Mitford – era como uma deusa grega, alta, magra, loira, o tipo germânico perfeito. Havia imaginado que Hitler e ela poderiam encarnar a aliança teuto-britânica com a que Hitler sempre sonhou e que ainda evocava, dias antes de morrer. Unity seguia Hitler em todas as partes. Quando este passava entre as massas para alcançar o palanque, ali estava ela, resplandecente, transfigurada. Sempre, um tenro sorriso iluminava por um instante o áspero rosto de Hitler quando a via. Quando, no três de setembro de 1939, estourou a guerra contra a Inglaterra e Unity entendeu que seu amor se desaparecia, passou pelo alicerce de rosas que floresciam sobre as janelas do escritório do Führer e tirou a pistola de seu bolso. A bala lhe atravessou a cabeça, mas não a matou. Então, ocorreu algo verdadeiramente extraordinário. Depois de Hitler ter confiado Unity aos melhores cirurgiões do Reich, que a salvaram (todos os dias, em plena guerra com a Polônia, ele enviava rosas a ela) organizou sua volta à Inglaterra. Era o inverno de 1939-1940 e os principais países do continente já haviam entrado no conflito armado. Contudo, Hitler conseguiu com que um trem especial levasse a ferida não somente através da Suíça, mas por todo o território francês até Dunquerque, de onde um barco, sobrevoado e protegido pela Luftwaffe, conduziu-a até sua pátria. Tudo foi inútil. Unity sobreviveu durante as hostilidades, destroçada pela aflição. Depois, deixou-se morrer, quando o corpo de Hitler desapareceu entre as chamas do jardim da chancelaria, no dia 30 de abril de 1945. Assim, não restou mais do que Eva a partir de 1939. Seu papel até o final foi modesto. Isto eu posso dizer. Eva escrevia. Pela noite, próximo às dez horas, chamava ao Führer pelo telefone. Limitava-se a isto aquele amor, tão discreto quanto pouco romântico. Somente ao final da guerra se deparou com uma conclusão grandiosa. Quando Eva se deu conta de que tudo se derrubava, lançou-se de avião sobre o forno de Berlim para poder morrer ao seu lado. Foi então quando, no último dia de sua existência, para honrar nela o valor da mulher alemã e o sacrifício da amante que preferia morrer antes de sobreviver ao que amava, Hitler casou-se com ela. Não tinha se casado anteriormente com nenhuma outra, nem com ela, porque sua única mulher era a Alemanha.

Politicamente falando, nunca nenhum homem na Terra levantou a um povo como Hitler o fez.
Contudo, teria de ser muito astuto aquele que descobrisse, agora, na massa do povo alemão, um ex-hitlerista que o confessasse sem temer. A verdade é que praticamente todos os alemães foram hitleristas desde o principio, ou mais tarde. Cada eleição, cada plebiscito, contribuiu para que Hitler tivesse uma adesão mais palpável e, ao final, quase unânime. O povo votava nele porque queria realmente fazê-lo. Ninguém lhes obrigava. Ninguém os controlava. Desta forma, aconteceu tanto no território do Reich quanto entre os que estavam sob um controle ainda estrangeiro (Sarre, Dantzig, Memel). Os resultados foram idênticos. Dizer outra coisa seria falso. Em cada eleição, o povo alemão demonstrou que estava totalmente ao lado do seu Führer.

E por que não deveriam estar com ele?
Hitler havia tirado este povo do estancamento econômico. Havia dado trabalho a seis milhões de desempregados já sem esperanças. Centenas de novas leis sociais que garantiam-lhes o trabalho, assegurando a saúde e afirmando a honra do trabalhador. Para o povo, Hitler havia inventado o carro popular, o Volkswagen, pagável a um preço insignificante e em vários anos. Seus barcos de férias levavam milhões de trabalhadores para passear, desde os fiordes da Noruega até as ilhas Canárias. Havia revivificado a indústria do Reich, a mais moderna e eficaz do continente. Um quarto de século antes que a França tentasse imitá-lo, a Alemanha estava repleta de autoestradas esplêndidas. Havia conseguido a união da Nação, devolvido um exército a um país que somente tinha direito, até então, de possuir tanques de papel. De um país vencido, esgotado, com três milhões de mortos na Primeira Guerra Mundial, havia feito o país mais forte da Europa.
Mas, sobretudo – e isto se esqueceu, apesar de tratar-se da principal idealização de Hitler, que mudou politicamente a Europa –, havia reconciliado a massa trabalhadora com a Pátria.

O mais extraordinário de Hitler – e a história algum dia reconhecerá isto – foi seu gênio militar. Gênio eminentemente criador. Gênio fulgurante. A invenção da estratégia moderna foi, verdadeiramente, obra sua. Mais ou menos convencidos, os generais de Hitler aplicaram os seus ensinos. Por si próprios, não teriam sido mais valiosos do que os generais franceses e italianos de sua geração. Da mesma forma que estes, tinham o atraso de uma guerra. Apenas haviam compreendido, antes de 1939, a importância da ação combinada da aviação e dos tanques que Hitler lhes obrigou a aplicar.

Militarmente, Hitler era um inventor. Sempre se falou dos possíveis erros que cometeu. O extraordinário teria sido que, obrigado a inventar sem nenhuma pausa, não tivesse cometido erro algum. Mas, além da estratégia de agrupação motorizada das forças de Terra e Ar – que se ensinará nas escolas militares enquanto o mundo existir –, inventou operações tão variadas como o desembarque na Noruega, a conquista de Creta, a adaptação da guerra blindada às areias africanas – na qual ninguém havia pensado até então – e até as pontes aéreas. A de Stalingrado foi muito mais difícil, complicada e perigosa do que a que fora levada a cabo pelos americanos em Berlim, dez anos mais tarde. Hitler conhecia detalhadamente os motores; cada vantagem e desvantagem das peças de artilharia; cada tipo de submarino ou de barco, e a composição da frota de cada país. Seus conhecimentos e sua memória sobre estes aspectos eram prodigiosos. Ninguém pôde lhe surpreender nem por uma só vez nestes pontos. Sabia mil vezes mais que seus melhores especialistas.
Além disso, tinha de ter a força de vontade necessária.
E ele sempre a teve; e em um grau superlativo.
Politicamente, somente sua vontade de ferro pôde romper todos os obstáculos. Somente ela lhe permitiu vencer as fantásticas dificuldades, frente às quais qualquer outro teria fracassado. Essa vontade levou-o ao poder, respeitando as leis, legitimamente reconhecido pelo Reichstag, no qual seu partido, o mais numeroso do Reich, era ainda minoritário no dia em que Hindenburg lhe designou como Chanceler.

Força e astúcia. Hitler era hábil, obstinado. E também jovial. Tem-se descrito ele como um selvagem, que, de raiva, se atira ao chão e devora as almofadas. Passei vários dias e noites próximo de Hitler, ao seu lado. Nunca presenciei uma dessas cenas de cólera, tantas vezes divulgadas. Que em alguns dias as tenha tido, não é impossível. Que homem com mil vezes menos preocupações que Hitler nunca perdeu os nervos?

Hitler era moderado. Desde o ponto de vista religioso, adotava posições bastante pessoais. Não suportava as intromissões políticas do clero, o que não podia repreender. O que era impressionante era a sua idéia sobre o futuro das religiões. Em sua opinião, era inútil combatê-las, persegui-las; as descobertas científicas, esclarecendo os mistérios – essenciais para a influência das igrejas –, a evolução rumo ao conforto, fazendo desaparecer uma miséria que durante dois mil anos havia aproximado a Igreja de tantos seres desgraçados; tudo isto, segundo ele, reduziria cada vez mais a influência das religiões. “Ao cabo dos séculos – me dizia –, de três séculos, algumas se extinguirão, outras experimentarão uma debilidade quase total”.

QUEM ERA HITLER?
LEÓN DEGRELLE

segunda-feira

A PURIFICAÇÃO DA RAÇA

Não há provavelmente raças puras, mas somente raças depuradas e estas são extremamente raras. O que há de mais difundido são as raças mistas, nas quais, ao lado dos defeitos de harmonia nas formas corporais (por exemplo quando os olhos e a boca não combinam) se encontra necessariamente defeitos de harmonia nos hábitos e nos juízes de valor. (Livingstone: Deus criou os brancos e os negros mas o diabo criou os mestiços) As raças mistas produzem sempre, ao mesmo tempo que culturas mistas, moralidades mistas: são geralmente mais maldosas, mais cruéis, mais instáveis. A pureza é o resultado final de inumeráveis assimilações, absorções e eliminações, e o progresso em direção a pureza se manifesta no fato que a força presente numa raça se restringe, cada vez mais, a algumas funções escolhidas, enquanto antes tinha de realizar com muita freqüência muitas coisas contraditórias: semelhante restrição terá sempre aparências de empobrecimento e não se deve julga-la se não com prudencia e moderação. Mas finalmente quando o processo de purificação obteve exito, todas as forças que outrora se perdiam na luta entre as qualidades sem harmonia, se encontram agora a disposição do conjunto do organismo: é por isso que as raças depuradas se tornaram sempre mais fortes e mais belas. Os gregos nos ofereceram o modelo de uma raça e de uma cultura assim depuradas: DEVEMOS ESPERAR QUE A CRIAÇÃO DE UMA RAÇA E DE UMA CULTURA EUROPEIA PURA TENHA IGUALMENTE EXITO UM DIA.

Friedrich Nietzsche, Aurora

domingo

Entrevista com Mahmoud Ahmadinejad

Segue abaixo um vídeo com uma entrevista com o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad,nova vítima da manipulação sionista,Ahmadinejad nega o holocausto judeu e também aborda outras questões como a invasão da Palestina.As legendas estão em Espanhol.




quinta-feira

Desmascarando o Holocausto

Não existe nenhuma prova de existência de um Holocausto, o que temos é o testemunho pós-guerra, na sua maioria de “sobreviventes” individuais. O seu testemunho é contraditório e muito poucos dizem que realmente viram algum “gaseamento”. Já, provas de que nazistas NÃO mataram seis milhões de judeus existem. Extensas evidências forênsicas, demográficas, analíticas e comparativas demonstram a impossibilidade de tal número. Além de que o número de judeus que estavam a viver nas áreas que vieram a ficar sob controle alemão durante a guerra não chegava a 6 milhões. E para completar, até hoje nenhuma evidência de que Hitler tenha ordenado um extermínio em massa de Judeus existiu, e também não existe nenhuma evidência de que Hitler sabia do programa de extermínio de judeus em andamento. Os números de mortes de judeus mais próximos da realidade são estimativas que vão de 300.000 a 500.000, e, em maioria estas mortes foram causadas por diversas epidemias de tifo (doença que aparece quase sempre quando muitas pessoas são colocadas juntas em condições insalubres. É carregada por piolhos que infestam o cabelo e as roupas. Ironicamente, se os alemães tivesse utilizado mais Zyklon B, mais judeus poderiam ter sobrevivido aos campos.) que castigaram a Europa em guerra, bem como fome e falta de cuidados médicos nos últimos meses de guerra, quando todos os transportes por estradas e ferrovias tinham sido destruídos pelos Aliados. Exibir drama com fotografias algumas vezes falsificadas é fácil, mas é bem mais fácil adicionar uma descrição mentirosa em qualquer foto ou um comentário ao pedaço de algum filme. Pilhas de corpos não querem dizer que estes corpos foram “gaseados” ou deliberadamente esfomeados até a morte. Na verdade, em alguns casos de fotos verídicas, estas eram vítimas trágicas de epidemias e/ou fome devido à falta de comida nos campos logo antes do final da guerra.

Certa vez o Instituto pela Revisão Histórica ofereceu 50.000 dólares a qualquer um que pudesse provar que os judeus foram gaseados em Auschwitz, e nenhuma prova foi oferecida para pedir a recompensa, mas o Instituto foi processado em 17 milhões de dólares pelo ex-prisioneiro em Auschwitz Mel Mermelstein, que alegou que a recompensa lhe causou perda de sono e o sofrimento do seu negócio e representava “uma negação injuriosa do facto estabelecido”.

Alguns “sobreviventes” judeus afirmam que viram corpos serem lançados em fossas e queimados, porém na realidade os alemães não tinham acesso a combustível suficiente para isto, já que havia falta de combustível durante a guerra. E para completar é impossível corpos humanos serem totalmente consumidos pelas chamas desta maneira por causa da falta de oxigênio.

Sobre os fornos crematórios: Existiam para dar uma solução eficiente e sanitária nos corpos daqueles que morriam, sendo judeus ou não. Historiadores do Holocausto afirmam que os nazistas eram capazes de cremar corpos em mais ou menos 10 minutos, mais uma vez contrariam a realidade, pois o tempo que se leva para incinerar um corpo, de acordo com operadores de crematórios profissionais é mais ou menos uma hora e meia, com os ossos maiores requerendo processamento extra depois. Dado um ciclo de serviço de 100% em todos os crematórios de todos os campos de concentração em território controlado pelos alemães, o número máximo de corpos que seria possível incinerar durante todo o período no qual estes crematórios estiveram em operação seria mais ou menos 430.600. Isto SE os fornos pudessem ser operados 100% do tempo, porque na realidade um forno pode ser operado 50% (12 horas por dia). Os fornos crematórios devem ser limpos regularmente quando em operação pesada. Sendo que, um corpo cremado gera cinzas suficientes para encher uma caixa de sapatos, então se seis milhões de corpos fossem cremados haveria um grande depósito de cinzas, entretanto nunca foi apresentado nenhuma evidência sobre um grande depósito de cinzas.

O campo de “concentração” Aschwitz ficou famoso por possuir câmaras de gás, mas o maior especialista em construção e design de câmaras de gás (reais) norte-americanas, Fred Leuchter, não ficou famoso porque examinou esta e outras alegadas câmaras de gás, e disse que era um “absurdo” dizer que elas foram, ou poderiam ter sido, utilizadas para execuções. O gás utilizado nos campos de internamento era o Gás cianídrico de “Zyklon B”, um pesticida comercial que foi utilizado amplamente pela Europa. Era um pesticida utilizado para fumigar roupas para matar os piolhos transmissores de tifo e outras pestes. Se os nazistas tinham a intenção de utilizar gás venenoso para matar pessoas, produtos muito mais eficientes estavam disponíveis. Zyklon B é um agente de fumigação de acção lenta.

Auschwitz era apenas um centro de internamento e parte de um complexo manufactureiro de grande escala. Combustível sintético foi produzido lá e os seus prisioneiros foram utilizados como força de trabalho. Estes centros de internamento existiam para os judeus que eram comprovadamente uma ameaça directa à segurança nacional. (Os judeus estavam grandemente representados na subversão comunista). Entretanto, todos os suspeitos que colocavam em risco a segurança – não apenas judeus – estavam em perigo de internamento.
Não é uma surpresa os judeus terem sido considerados uma ameaça a segurança nacional alemã, já que os mesmos declararam um boicote internacional aos produtos alemães, e uma manchete do jornal London Daily Express (24 de Março de 1933), por exemplo, anunciava “Judéia declara guerra à Alemanha”.

Holocausto, a mentira do século é muito bem justificada pela grande quantidade de benefícios que os judeus tem com ela, ajuda a tornar os judeus um grupo incriticável. Como um tipo de religião secular, ela dá uma junção emocional entre os judeus e os seus líderes. É uma poderosa ferramenta nas campanhas para conseguir fundos e é usada para justificar a “ajuda” norte-americana a Israel. A mentira do século beneficiou e beneficia o estado de Israel com bilhões de dólares em “reparações” que a Alemanha pagou a Israel e a muitos “sobreviventes” individuais. É usado pelo Lobby Sionista/Israelita para ditar uma política externa pró-Israel aos Estados Unidos no Médio Oriente e para forçar o pagador de impostos americano a mandar dinheiro a Israel, totalizando bilhões por ano.

Holocausto também é benéfico para comunistas e para a Inglaterra, pois divergiu a atenção das provocações soviéticas e atrocidades antes, durante e após a II Guerra Mundial.

Sobre Anne Frank: Depois de sobreviver ao internamento em Auschwitz, ela sucumbiu ao tifo no campo de Bergen-Belsen, apenas algumas semanas antes do fim da guerra. Ela não foi gaseada. E o seu diário é uma fraude literária, evidências compiladas pelo Professor Robert Faurisson demonstram isto.

Na grande maioria das vezes, aqueles que questionam a história do Holocausto são acusados de anti-semitas ou neo-nazistas, isto é uma mentira designada para retirar a atenção de factos e argumentos honestos. Estudiosos que refutam o Holocausto são de todas as correntes políticas, etnias e religiões (inclusive judeus). Não existem nenhuma relação entre a refutação do Holocausto e o anti-semitismo ou o neo-nazismo. Crescentes números de estudiosos judeus admitiram abertamente a falta de evidência para pontos chave da história do Holocausto.

sábado

Colônia Russa no Paraná

Em pleno século 21 estes descendentes de russos conseguem manter seus costumes e cultura intacta.

quarta-feira

A economia mágica do Nacional Socialismo



Através de tudo o que expomos até agora, pudemos dar uma visão mais ampla em uma perspectiva diferente em relação a conflituosas temporalidades, trazendo a compreensão de que nenhum povo da terra, que possua genes arianos, pode considerar-se estar fora desta grande guerra, a qual ainda encontra-se longe de seu término; neste sentido o Chile, tal como os demais países sul-americanos, também a vivencia. Comprometidos estamos nessa questão de vida ou morte, ainda que não seja comum reconhecermo-na com consciência diurna. A análise que agora faremos de outro pilar que sustenta a concepção nacional-socialista – seu sistema econômico – nos permitirá compreender ainda melhor quão vigente se faz a doutrina sua, à luz da situação desesperada que nossos povos têm estado. Para poder penetrar em profundidade ao sistema econômico e social do hitlerismo, faz-se necessário descobrir a hábil e sinistra trama com que o judeu se aprisionou ao mundo não-judaico: o interesse pelo capital – a usura, como dizia o grande poeta hitlerista Ezra Pound. Moeda, ouro e dinheiro foram elementos que a princípio serviram como um meio que facilitava o intercâmbio de produtos entre as sociedades humanas – deveria, nos dias de hoje, retomar esse propósito inicial. Pois bem, o judeu se apoderou primeiro do dinheiro, da moeda e do ouro para logo os transformarem em mercadorias por si só. Seguindo à tendência de seu Inconsciente Coletivo, convertera-o em uma abstração de matemática einsteniana, por assim dizer, em um objeto com vida própria que se reproduz graças ao interesse judaico. O dinheiro passou a ser a mais importante moeda com a criação do mercado de capitais. De um intermediário que facilitara a troca de produtos – o que sempre deveria ter sido – transformou-se no centro da economia dos países, em algo de suma importância à vida dos homens e da sociedade. Com ele, a sociedade permitiu que o judeu exercesse seu maior dom, controlando toda a atividade financeira – primeiramente com o comércio, sendo intermediário e ao mesmo tempo diretor; e tão logo, da vida de todos os seres sobre a terra. Valendo-se do empréstimo com interesse da usura, logrou intervir, ademais, de modo arteiro, solapando a saúde da raça superior e envenenando o sangue ariano. Desde a mais distante antiguidade, o judeu pretendeu penetrar nas estirpes das classes governantes, de reis e senhores, endividando-os, aprisionando-os nas redes de sua trama de usuras para assim arrebatar-lhes os bens e introduzir a suas filhas junto da nobreza. O dinheiro – o interesse monetário – tem sido uma arma com a qual se destrói o inimigo adormecido, ingênuo. As violentas reações, frutos de uma indignação desesperada, sem método nem conhecimento, sendo momentâneas – pogrooms – não conduzem a nada efetivo. Pelo contrário, pois até o momento serviram bem ao judeu para que ele explore a sensibilidade dos arianos cristianizados em seu benefício. A trama da usura é uma maldição, uma manipulação de magia negra projetada desde as mais obscuras profundidades da sinagoga, por mentes rabínicas cuidadosamente preparadas para isso. Somente com o exorcismo de mentes lúcidas, através de uma magia branca, poder-se-ia ter êxito em desmantelar o efeito danoso, libertando assim o Prometeu hipnotizado que se encontra acorrentado pela serpente da usura, aniquilando-a de vez. Algo que viesse a realizarse neste sentido seria, contudo, resultado de puro milagre. E a verdade é que realmente existiu uma operação esotérica e mágica, revelando os feitos de um propagador do antídoto contra o veneno da serpente da usura, contra o interesse monetário – para isso existira um alemão, membro de uma sociedade esotérica germânica, a Thule Gesselschaft – Sociedade Thule – com sede em Munique. Foi ele, Gottfried Feder, membro permanente de tal sociedade, o expositor eleito para apresentar a teoria e o sistema que destruíra definitivamente a escravidão do interesse pelo capital. Feder era membro permanente da Sociedade Thule, sendo Rudolf Hess outro – podendo ser justamente o esoterismo que mantivera este em pé, durante tanto tempo, à prisão. Hitler, Dietrich Eckart e Rosenberg eram membros visitantes. Pode-se considerar a Sociedade Thule como uma inspiração secreta não somente para o Nacional Socialismo, como também para a SS – seu emblema compunha-se por uma Suástica Levogira e um punhal idênticos ao da Ordem Negra SS. Apenas uma ordem esotérica de magia ariana poderia ter combatido com êxito a outra, também esotérica, de magia judaica – magia negra. A raça contra a “anti-raça”, o sangue puro contra o “antisangue” impuro. E a aparição de um gênio da raça branca, dos arianos, um verdadeiro Messias, um Avatar. Isto também era de conhecimento dos judeus, como aponta “Os Protocolos Sábios de Sião”. E era certamente o que mais temiam. Acreditamos ter demonstrado quão estreitamente unidos os judeus mantém-se às suas práticas econômicas, usura e conspiração étnica. Estas práticas deu-lhes a possibilidade mesclar-se e, com isso, penetrar na raça ariana. A transformação do dinheiro em uma unidade cabalística, uma abstração matemática, um Golem com vida robótica, uma deidade poderosa, permitiu-se-lhe o dom de supremo sacerdote poder viver do interesse daquilo que se produz, sem trabalhar – somente a adorar seu deus, como ordena o Talmud e o Thora. Todos os gentis do mundo, os não-judeus, trabalharão como escravos para o judeu, arrastando-se aos seus pés, abaixo do látego do dinheiro e da usura, pelo medo da fome e miséria. Por isso que o interesse pelo dinheiro é sagrado, santo, para todas as organizações, sociedades e países do mundo onde o judeu governa entre bastidores. Certamente não se faz necessário mencionar os Estados Unidos, o Banco Internacional, os trust financeiros Suíça e demais países europeus; temos também a Rússia soviética e os países escravos do comunismo no leste europeu: todos em absoluto respeitam o interesse monetário e não expropriaram nenhum bem pertencente aos judeus. Isso não teria sido feito com latifúndios nem propriedades agrícolas, se acaso o judeu os tivesse; porém, ele nunca foi agricultor nos países estrangeiros dos quais se apoderou. Somente como intermediário, banqueiro ou comerciante (controla a fabricação e o comércio internacional de drogas – "Mark", por exemplo, pertence à família Rockfeller) e apoderando-se da indústria de alimentos, ele pode controlar de forma brilhante a saúde física e mental dos arianos demais povos não-judeus. Para o governo militar que derrubou o marxista Salvador Allende, também o interesse capital foi sagrado. Não é de se estranhar se reconhecermos que o antídoto preparado pelos conspiradores do Nacional Socialismo abarcara em sua amplitude uma extensão igual ao veneno judaico: raça, sangue e economia, sendo intimamente enlaçadas na política sócio-econômica e agrária de "sangue e solo" como fora chamada pelos alemães. Aboliu-se, por parte dos nacional-socialistas, a importância do ouro, substituindo-o pelo trabalho. E o valor do dinheiro que deixava baixo o valor das riquezas naturais e do trabalho voltava-se assim a ser visto como apenas um meio de troca de, como a mais vil essência de toda a economia humana tradicional. O dinheiro, a moeda e o ouro voltariam a ocupar suas funções primordiais, representando um meio de facilitação de trocas, de intercâmbio. Uma vez no poder, Hitler se negou terminantemente a aceitar o interesse monetário. A Alemanha não possuía meios de pagá-lo; dispunha unicamente do trabalho de sua gente, sendo ele o único meio de gerar carbono, aço, etc. O valor da moeda alemã equivaleria exatamente aos produtos do trabalho. Além disso, o mais importante seria o fim da usura. Ao mesmo tempo, tem-se início a regeneração racial, impondo-se uma Imagem-meta, o Ideal-meta do ariano puro, do nórdico-polar. E à lógica da carência financeira para pagar suas dívidas, acumuladas por interesses gigantescos, pensou-se em declarar a quebra do Estado. Isto significaria uma ação racional que, por fim, representaria a destruição do Nu Gordiano da escravidão ao capital judaico internacional. Um país em quebra não pode ser metido na prisão, tal qual um indivíduo. Somente a ele pode-se declarar a guerra mundial. E foi isso precisamente o que aconteceu com a Alemanha nacional-socialista, ainda que não tivesse declarado sua quebra. Como Hitler e seus seguidores previam que essa seria a ação final do judaísmo, começaram a preparar-se para a guerra. A tragédia foi que ele não dispunha de tempo suficiente, menos ainda a Europa ou a raça branca, com o mal já muito adentro, no sangue, ossos e coração. Não poderia vencer materialmente aquela guerra planetária, mas espiritualmente, o que fora inevitável também pela lei cíclica que resultaria em seu triunfo material, muito antes do que se pensa. Através da espiritualidade será dado o retorno do Führer, bem como do hitlerismo triunfante. Mas, para tanto, o judeu está consciente de suas ameaças. Para tentar retardá-lo em sua configuração terrestre, inventou 54 um truque emocional do Holocausto de seis milhões de judeus, dos crimes raciais e genocídios do nazismo. Porque ante ao fracasso estrondoso de seu sistema capitalista e marxista, os povos escravizados pelo interesse do capital, da usura e o terror constante, diante da possibilidade inexistente de uma guerra atômica, podem abrir seus olhos para ver a única apropriada para o não-judeu: a recuperação do valor do trabalho, a declaração de quebra, o retorno aos princípios de uma economia ariana e a destruição da escravidão do interesse do dinheiro, além da limpeza do sangue e da raça, ou seja, retomando os pilares que foram e são do sistema nacional-socialista – o único honesto, com uma solução justa para os não-judeus sobre o planeta. O golpe era dirigido ao coração da Grande Conspiração universal contra a raça branca, contra o homem ariano, contra o não-judeu. Do lucro afastou-se totalmente o sistema nacional-socialista, por convicção e exemplo; não pela imposição da força e violência, enfraquecendo os poderes do vírus judaico, destruindo o câncer destinado aos não-judeus. E, por fim, o judeu desapareceria, devorando a si mesmo com o furor impotente de seu desespero. Voltaria seu ferrão contra si próprio, algo que sempre faria se o pudesse. "Porque unicamente como um parasita de outros povos é que se pode seguir adiante", afirmava Hitler – pensese que o próprio Estado de Israel, por exemplo, vive do dinheiro, da especulação e do trabalho do resto do mundo, além de extorquir a Alemanha. De nenhuma maneira teria sido necessário aniquilar fisicamente o judeu, em um genocídio ou Holocausto que nunca foram contemplados pelo hitlerismo. Hitler quis somente asilar os judeus em Madagascar, mas a guerra interrompeu esse plano. Ante ao imenso perigo, chegou ao judeu o momento de aplicar o seu Protocolo V de "Os Protocolos Sábios de Sião". O instante crucial do destino, do Eterno Retorno vivenciado, nesse fatídico e profético documento. Hora definitiva dos tempos, trata-se de um acontecimento estelar que marcará a história do universo e com a raça dos divinos e da "anti-raça" do Demiurgo, até o término de uma era.

PROTOCOLO V
"Somos demasiado poderosos; todo o mundo nos obedece. Os governos não podem fazer nem sequer o menor tratado sem nossa intervenção secreta. Per me reges regunt – os soberanos reinam através de mim. Lemos na lei dos profetas que somos eleitos por Deus para governar o mundo. Deus nos deu a capacidade para realizar esta obra. Se no campo inimigo existir um gênio que talvez pudesse nos combater, seria, no entanto, um recém-chegado ao poder que conseqüentemente não poderia competir com os velhos experientes como nós. E o conflito entre ele e nós tomaria um aspecto que o mundo jamais teria visto antes. Mas o momento de agora já é demasiado tarde para o surgimento de um gênio dos gentis".
(Trata-se de uma profecia que, no mínimo, é assustadora)

PROTOCOLO VII

"Devemos nos colocar em condições que nos traga a possibilidade de responder a toda oposição com uma declaração de guerra ao país que tenha a ousadia de cruzar nosso caminho; e se tais confiantes se decidirem por unir-se contra nós, devemos, contudo, responder com a declaração de uma guerra mundial". (Isto foi planejado muito antes da Primeira Guerra Mundial. Imaginemos o que se sucederia nos dias de hoje, se todos os países sul-americanos, endividados e escravizados ao interesse do dinheiro e do Fundo Monetário, se pusessem de acordo para não pagar mais e declarar-se em quebra!) "Porque nossos quartéis generais são perpetuamente desconhecidos do universo".

PROTOCOLO IX
"Se nos advertem de que as nações poderiam insurgir contra nós toda vez que nossos planos resultarem prematuramente descobertos, não nos preocupamos; nós iremos nos antecipar a este momento, pois estamos seguros de que teremos em ação uma força tão formidável que irá tombar até os homens mais valentes”. (Eles mobilizaram 120 países contra a Alemanha nacional-socialista na Segunda Guerra Mundial, uma guerra que eles provocaram e prepararam com muita antecipação, porque já tinham em vista o aparecimento do gênio dos gentis que se revelou.)

"Teremos sob o nosso controle todas as cidades do mundo" (Situação que também esta preparada para o inevitável ressurgimento do hitlerismo.)

Por Miguel Serrano.