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terça-feira

As 12 regras da mídia internacional para tratar do Oriente médio

1) No Oriente Médio são sempre os Árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Essa defesa chama-se represália.

2) Os árabes, palestinos ou libaneses não têm o direito de matar civis. Isso se chama ''terrorismo''.

3) Israel tem o direito de matar civis. Isso se chama ''legítima defesa''.

4) Quando Israel mata civis em massa, as potências ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama ''Reação da Comunidade Internacional''.

5) Os palestinos e os libaneses não têm o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isso se chama ''Seqüestro de pessoas indefesas.''

6) Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinos e libaneses desejar. Atualmente são mais de dez mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinos. Isso se chama ''Prisão de terroristas''.

7) Quando se menciona a palavra ''Hezbollah'', é obrigatória a mesma frase conter a expressão ''apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã''.

8) Quando se menciona ''Israel'', é proibida qualquer menção à expressão ''apoiada e financiada pelos EUA''. Isso pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.

9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões ''Territórios ocupados'', ''Resoluções da ONU'', ''Violações dos Direitos Humanos'' ou ''Convenção de Genebra''.

10) Tanto os palestinos quanto os libaneses são sempre ''covardes'', que se escondem entre a população civil, que ''não os quer''. Se eles dormem em suas casas, com suas famílias, a isso se dá o nome de ''Covardia''. Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles estão dormindo. Isso se chama Ação Cirúrgica de Alta Precisão''.

11) Os israelenses falam melhor o inglês, o francês, o espanhol e o português que os árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público. Isso se chama ''Neutralidade jornalística''.

12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são ''Terroristas anti-semitas de Alta Periculosidade''.

66 Perguntas e Respostas sobre o Holocausto

(tradução – KLAN NS 1)‏


1. Que provas existem de que os nazis mataram seis milhões de judeus?

Nenhuma. Tudo o que temos é o testemunho pós-guerra, na sua maioria de “sobreviventes” individuais. O seu testemunho é contraditório e muito poucos dizem que realmente viram algum “gaseamento”. Não existem documentos convincentes chegados até nós e nenhuma grande evidência: nenhum monte de cinzas, nem crematórios capazes de destruir milhões de corpos, nem “sopa humana”, nem abajures feitos de pele humana e nenhuma estatística demográfica acreditável.

2. Que evidência existe de que os nazis não mataram seis milhões de judeus?

Extensas evidências forênsicas, demográficas, analíticas e comparativas demonstram a impossibilidade de tal número. O grandemente repetido número de “Seis Milhões” é um exagero irresponsável.

3. Simon Wiesenthal alguma vez escreveu que “não existiram campos de extermínio em solo alemão”?

Sim. O famoso “caçador de nazis” escreveu isso em Star and Stripes, a 24 de Janeiro de 1993. Ele também sustenta que os “gaseamentos” de judeus aconteceram apenas na Polónia.

4. Se Dachau era na Alemanha e até Wiesenthal diz que não era um campo de extermínio, porque é que muitos veteranos americanos dizem que era um campo de extermínio?

Depois que os Aliados capturaram Dachau, muitos soldados americanos e de outras nações ficaram admirados com o campo e viram um prédio que alegadamente era uma “câmara de gás”. Os média continuam, falsamente, a dizer que Dachau era um campo de “gaseamento”.

5. E Auschwitz? Existe alguma prova de que câmaras de gás foram utilizadas lá para matar pessoas?

Não. Auschwitz, capturada pelos soviéticos, foi modificada após a guerra e uma sala foi reconstruída para parecer uma grande “câmara de gás”. Depois que o maior especialista em construção e design de câmaras de gás (reais) norte-americanas, Fred Leuchter, examinou esta e outras alegadas câmaras de gás, ele disse que era um “absurdo” dizer que elas foram, ou poderiam ter sido, utilizadas para execuções.

6. Se Auschwitz não era um “campo de extermínio”, qual era o seu verdadeiro propósito?

Era um centro de internamento e parte de um complexo manufactureiro de grande escala. Combustível sintético foi produzido lá e os seus prisioneiros foram utilizados como força de trabalho.

7. Quem construiu os primeiros campos de concentração?

Durante a Guerra dos Bôeres (1899-1902), os britânicos erigiram o que eles chamaram “campos de concentração” na África do Sul, para internar as mulheres e crianças dos afrikaners sul-africanos. Aproximadamente 30.000 morreram nestes campos, que eram tão terríveis quanto os campos alemães na II Guerra Mundial.

8. No que os campos de concentração alemães diferiam dos campos de “relocamento” no qual os nipo-americanos foram internados durante a Segunda Guerra?

A única diferença significante é que os alemães internavam pessoas com base em serem ameaças reais ou suspeitas ao esforço de guerra alemão, enquanto a administração Roosevelt internou pessoas com base apenas na raça.

9. Por que o governo alemão internou judeus em campos?

Ele considerava os judeus uma ameaça directa à segurança nacional. (Os judeus estavam grandemente representados na subversão comunista). Entretanto, todas os suspeitos que colocavam em risco a segurança – não apenas judeus – estavam em perigo de internamento.

10. Que medidas hostis os judeus do mundo tomaram contra a Alemanha a partir de 1933?

Em Março de 1933, organizações judias internacionais declararam um boicote internacional aos produtos alemães.

11. Os judeus do mundo declararam “guerra à Alemanha”?

Sim. Jornais em todo o mundo demonstraram isso. Uma manchete do jornal London Daily Express (24 de Março de 1933), por exemplo, anunciava “Judéia declara guerra à Alemanha”.

12. Isto foi antes ou depois que as histórias sobre “campos de extermínio” começaram?

Isto foi muitos anos antes do começo dessas histórias, que começaram em 1941-42.

13. Que nação cometeu o primeiro bombardeamento a um objectivo civil na II Guerra?

Grã-Bretanha, a 11 de Maio de 1940.

14. Quantas “câmaras de gás” existiam para matar pessoas em Auschwitz?

Nenhuma.

15. Quantos judeus estavam a viver nas áreas que vieram a ficar sob controle alemão durante a guerra?

Menos que seis milhões.

16. Se os judeus da Europa não foram exterminados pelos nazis, o que lhes aconteceu?

Depois da guerra milhões de judeus ainda estavam vivos na Europa. Centenas de milhares (talvez até um milhão e meio) morreram de diversas causas durante a guerra. Outros emigraram para os Estados Unidos, para a Palestina e outros países. Muitos mais fugiram da Europa após a guerra.

17. Quantos judeus fugiram ou foram evacuados para o fundo da URSS?

Mais que 2 milhões foram evacuados pelos soviéticos em 1941-42. Estes judeus, portanto, jamais ficaram sob controle alemão.

18. Quantos judeus emigraram da Europa antes da guerra, colocando-se, portanto, fora do alcance alemão?

Talvez um milhão (não incluindo aqueles absorvidos pela URSS).

19. Se Auschwitz não era um campo de concentração, porque é que o seu comandante, Rudolf Höss, confessou que o era?

Ele foi torturado pela polícia militar britânica, como um dos seus interrogadores posteriormente admitiu.

20. Existe alguma evidência de alguma política de americanos, britânicos e soviéticos de torturar os prisioneiros alemães para conseguir “confissões” exactas para usar nos julgamentos de Nuremberg e outros?

Sim. A tortura foi usada extensivamente para produzir “evidências” fraudulentas para os infames Julgamentos de Nuremberg e outros julgamentos de “crimes de guerra”.

21. Como é que a história do Holocausto beneficia os judeus actualmente?

Ela ajuda a tornar os judeus um grupo incriticável. Como um tipo de religião secular, ela dá uma junção emocional entre os judeus e os seus líderes. É uma poderosa ferramenta nas campanhas para conseguir fundos e é usada para justificar a “ajuda” norte-americana a Israel.

22. Como beneficia o Estado de Israel?

Ele justifica os bilhões de dólares em “reparações” que a Alemanha pagou a Israel e a muitos “sobreviventes” individuais. É usado pelo Lobby Sionista/Israelita para ditar uma política externa pró-Israel aos Estados Unidos no Médio Oriente e para forçar o pagador de impostos americano a mandar dinheiro a Israel, totalizando bilhões por ano.

23. Como é usado por muitos clérigos cristãos?

A história do Holocausto é citada para justificar a noção do Antigo Testamento dos judeus como um eternamento perseguido “Povo Escolhido”.

24. Como beneficiou os comunistas?

Ela divergiu a atenção das provocações soviéticas e atrocidades antes, durante e após a II Guerra Mundial.

25. Como beneficiou a Inglaterra?

Da mesma forma que aos soviéticos.

26. Existe alguma evidência de que Hitler ordenou o extermínio em massa de judeus?

Não.

27. Que tipo de gás foi utilizado nos campos de concentração alemães durante a guerra?

Gás cianídrico de “Zyklon B”, um pesticida comercial que foi utilizado amplamente pela Europa.

28. Para que propósito era fabricado o Zyklon B?

Era um pesticida utilizado para fumigar roupas para matar os piolhos transmissores de tifo e outras pestes.

29. Era um produto recomendável para o extermínio em massa?

Não. Se os nazis tinham a intenção de utilizar gás venenoso para matar pessoas, produtos muito mais eficientes estavam disponíveis. Zyklon B é um agente de fumigação de acção lenta.

30. Quanto tempo leva para ventilar uma sala depois de fumigação com Zyklon B?

Normalmente algo em torno de 20 horas. O processo como um todo é muito complicado e perigoso. Máscaras contra gás devem ser utilizadas e somente por empregados treinados.

31. O comandante de Auschwitz Höss disse que os seus homens entrariam nas “câmaras de gás” para remover os corpos dez minutos depois que as vítimas morreram. Como você explica isto?

Isso não pode ser explicado porque, ao fazê-lo, eles teriam sofrido o mesmo destino que as vítimas “gaseadas”.

32. Höss disse na sua “confissão” que os seus homens fumavam cigarros enquanto tiravam os corpos das câmaras de gás, dez minutos após o gaseamento. Zyklon B não é explosivo?

Sim. A confissão de Höss é evidentemente falsa.

33. Qual era o procedimento exacto que os nazis alegadamente usaram para matar os judeus?

As histórias vão de lançar gás numa sala apinhada de judeus através de buracos no tecto, lançar gás através de chuveiros, a “câmaras de vapor”, a máquinas de “electrocução”. Milhões alegadamente morreram destes modos.

34. Como poderia um programa de extermínio em massa ser mantido secreto daqueles que iriam morrer?

Não poderia ter sido mantido secreto. O facto é que não aconteceram gaseamentos em massa. As histórias de extermínio originaram-se como propaganda de guerra.

35. Se os judeus que iriam morrer conheciam o que o destino lhes reservava, porque eles seguiram os alemães sem resistir?

Eles não resistiram porque eles não acreditavam que havia qualquer intenção de matá-los.

36. Quantos judeus morreram em campos de concentração?

Estimativas competentes vão de 300.000 a 500.000.

37. Como eles morreram?

Na sua maioria, de diversas epidemias de tifo que castigaram a Europa em guerra, bem como fome e falta de cuidados médicos nos últimos meses de guerra, quando virtualmente todos os transportes por estradas e ferrovias tinham sido destruídos pelos Aliados.

38. O que é o tifo?

Esta doença aparece quase sempre quando muitas pessoas são colocadas juntas em condições insalubres. É carregada por piolhos que infestam o cabelo e as roupas. Ironicamente, se os alemães tivesse utilizado mais Zyklon B, mais judeus poderiam ter sobrevivido aos campos.

39. Qual é a diferença se 6 milhões ou 300.000 judeus morreram durante a Segunda Guerra Mundial?

5.700.000

40. Alguns “sobreviventes” judeus afirmam que viram corpos serem lançados em fossas e queimados. Quanto combustível seria necessário para isto?

Bem mais do que ao que os alemães tinham acesso, pois até havia uma certa falta de combustível durante a guerra.

41. Corpos podem ser queimados em fossas?

Não. É impossível para corpos humanos serem totalmente consumidos pelas chamas desta maneira por causa da falta de oxigénio.

42. Historiadores do Holocausto afirmam que os nazis eram capazes de cremar corpos em mais ou menos 10 minutos. Quanto tempo se leva para incinerar um corpo, de acordo com operadores de crematórios profissionais?

Mais ou menos uma hora e meia, com os ossos maiores requerendo processamento extra depois.

43. Por que é que os campos de concentração alemães tinham fornos crematórios?

Para dar uma solução eficiente e sanitária nos corpos daqueles que morriam.

44. Dado um ciclo de serviço de 100% em todos os crematórios de todos os campos de concentração em território controlado pelos alemães, qual é o número máximo de corpos que seria possível incinerar durante todo o período no qual estes crematórios estiveram em operação?

Mais ou menos 430.600.

45. Pode um forno crematório ser operado 100% do tempo?

Não. Cinquenta por cento é uma estimativa generosa (12 horas por dia). Os fornos crematórios devem ser limpos regularmente quando em operação pesada.

46. Quanto quantidade de cinza sobra de um corpo cremado?

Depois que todos os ossos serem destruídos, mais ou menos uma caixa de sapatos cheia.

47. Se seis milhões de pessoas foram incineradas pelos nazis, o que aconteceu às cinzas?

Isto ainda deve ser “explicado”. Seis milhões de corpos iriam produzir muitas toneladas de cinzas, entretanto não há evidência de algum grande depósito de cinzas.

48. As fotos de reconhecimento aéreo feitas pelos Aliados durante a guerra a Auschwitz (tiradas durante o período em que as “câmaras de gás” e os crematórios estavam supostamente a todo o vapor) demonstram alguma evidência de extermínio?

Não. De facto, estas fotos não revelam um traço da enorme quantidade de fumo que supostamente estava constantemente sobre o campo, nem dão qualquer evidência de “fossas abertas” nas quais os corpos eram alegadamente queimados.

49. Qual era o ponto principal das “Leis de Nürnberg” alemães de 1935?

Elas proibiam o casamento e relações sexuais entre alemães e judeus, similares às leis existentes em Israel hoje.

50. Há algum precedente americano para as Leis de Nürnberg?

Anos antes do Reich de Hitler, a maioria dos estados dos EUA tinha passado leis proibindo o casamento entre pessoas de diferentes raças.

51. O que a Cruz Vermelha Internacional disse em respeito à questão do “Holocausto”?

Um relatório oficial de uma visita de uma delegação da Cruz Vermelha Internacional a Auschwitz em Setembro de 1944 disse que os internos podiam receber pacotes e que os rumores de câmaras de gás não puderam ser verificados.

52. Qual era o papel do Vaticano no tempo em que seis milhões de judeus foram alegadamente exterminados?

Se existisse um plano de extermínio, o Vaticano certamente estava em posição de saber sobre ele. Mas, como não havia nenhum, o Vaticano não tinha razão alguma para falar contra ele e não o fez.

53. Que evidências existem de que Hitler sabia do programa de extermínio de judeus em andamento?

Nenhuma.

54. Os nazis e os sionistas colaboraram?

Tão cedo quanto 1933, o governo de Hitler assinou um acordo com os sionistas permitindo aos judeus emigrar da Alemanha à Palestina, levando grandes quantidades de capital com eles.

55. Como morreu Anne Frank?

Depois de sobreviver ao internamento em Auschwitz, ela sucumbiu ao tifo no campo de Bergen-Belsen, apenas algumas semanas antes do fim da guerra. Ela não foi gaseada.

56. O Diário de Anne Frank é genuíno?

Não. Evidências compiladas pelo Professor Robert Faurisson demonstram que o famoso diário é uma fraude literária.

57. E aquelas fotografias e filmes tirados dos campos alemães libertados mostrando pilhas de cadáveres? São falsas?

Fotografias podem ser falsificadas, mas é bem mais fácil adicionar uma descrição mentirosa na foto ou um comentário ao pedaço de filme. Pilhas de corpos não querem dizer que estes corpos foram “gaseados” ou deliberadamente esfomeados até a morte. Na verdade, estas eram vítimas trágicas de epidemias e/ou fome devido à falta de comida nos campos logo antes do final da guerra.

58. Quem inventou o termo “genocídio”?

Raphael Lemkin, um judeu polaco, num livro publicado em 1944.

59. Filmes como “A Lista de Schindler” são documentários?

Não. Tais filmes são dramas fictícios vagamente baseados na História. Infelizmente, muitas pessoas aceitam-nos como verdadeiros documentários históricos.

60. Quantos livros foram publicados que refutam algum aspecto da história oficial do Holocausto?

Dúzias. Muitos mais estão em produção.

61. O que aconteceu quando o Instituto pela Revisão Histórica ofereceu 50.000 dólares a qualquer um que pudesse provar que os judeus foram gaseados em Auschwitz?

Nenhuma prova foi oferecida para pedir a recompensa, mas o Instituto foi processado em 17 milhões de dólares pelo ex-prisioneiro em Auschwitz Mel Mermelstein, que alegou que a recompensa lhe causou perda de sono e o sofrimento do seu negócio e representava “uma negação injuriosa do facto estabelecido”.

62. E sobre a acusação de que aqueles que questionam a história do Holocausto são meramente anti-semitas ou neo-nazis?

Isto é uma mentira designada para retirar a atenção de factos e argumentos honestos. Estudiosos que refutam o Holocausto são de todas as correntes políticas, etnias e religiões (inclusive judeus). Não existem nenhuma relação entre a refutação do Holocausto e o anti-semitismo ou o neo-nazismo. Crescentes números de estudiosos judeus admitiram abertamente a falta de evidência para pontos chave da história do Holocausto.

63. O que aconteceu aos historiadores “revisionistas” que desafiaram a história do Holocausto?

Todos têm sido vítimas de campanhas de ódio, perda de posições académicas, perda de pensões, destruição da sua propriedade e violência física.

64. O Instituto pela Revisão Histórica sofreu alguma retaliação pelos seus esforços para manter o direito da liberdade de expressão e liberdade académica?

O IHR (Institute for Historical Review) sofreu ataques à bomba três vezes e foi completamente destruído a 4 de Julho de 1984, num ataque criminoso. Numerosas ameaças de morte por telefone têm sido recebidas. A cobertura dos média sobre o IHR tem sido grandemente hostil.

65. Por que existe tão pouca publicidade sobre as opiniões revisionistas?

Porque, por razões políticas, o “Establishment” não quer uma discussão a fundo sobre os factos em torno da história do Holocausto.

66. Onde eu é que eu posso conseguir mais informações sobre o “outro lado” da história do Holocausto, bem como factos que dizem respeito a outros aspectos do revisionismo da II Guerra Mundial?

O Instituto pela Revisão Histórica, P.O. Box 2739, Newport Beach, CA 92659, tem uma grande variedade de livros e cassetes de vídeo sobre importantes acontecimentos históricos.

Igrejas Evangélicas - Propaganda e Excedente do Consumidor

Com toda certeza, as igrejas conhecidas por evangélicas, possuem algum tipo de mensuração, para avaliar a arrecadação das mesmas, versus seu tempo de televisão, isto sem contabilizar a otimização do mesmo tempo, via aquisição direta de canais, eliminando assim a intermediação. Quanto mais tempos os pastores tem na telinha, diretamente proporcional, deve crescer o rebanho e a contribuição deste, ou seja, o produto é vendido e comprado. Este tempo televisivo, seria a propaganda, medida em sua eficiência por um coeficiente chamado "elasticidade de propaganda", em bom português, o quanto a propaganda influencia (ou não) o aumento do consumo.
Um breve parêntese de economes: Mas por que nem todas as empresas investem em propaganda? Uma empresa perfeitamente competitiva não tem razões para investir, porque adota o "preço de mercado", como premissa para vender o que produz, por essa razão, produtores de milho, soja, etc., não fazem propaganda.
Pulando demais informações matemáticas (porém, academicamente fundamentais), a dificuldade na aplicação de "regras para propaganda", está justamente na disponibilidade de informações sobre esta "elasticidade de propaganda" citada. Intuitivamente, porém, até os que não sentaram nos bancos escolares da economia, podem perceber que qualquer empresa deve investir (muito) em propaganda quando a demanda for muito sensível a propaganda ou a demanda não é muito preço-elástica, calma, vamos lá, no caso de alguns produtos, a publicidade amplia o mercado, atraindo uma grande gama de consumidores, se a propaganda puder ajudar a vender mais, ela provavelmente justificará seu custo, obviamente atrelado este vender mais a sua receita marginal.
Uma estratégia de preços tem por objetivo ampliar a base de clientes para os quais a empresa pode vender e captar o máximo possível de excedente do consumidor. Existem diversas formas de se atingir estes objetivos e eles normalmente envolvem a determinação de diversos preços.
Por definição, excedente do consumidor é a diferença entre o preço que um consumidor estaria disposto a pagar por uma mercadoria e o preço que realmente paga ao adquirir a mercadoria. O comerciante tem por objetivo, "capturar" este excedente para si, e não deixando este "excesso" para o próprio consumidor. Tome por exemplo a venda de um carro, que custa em média 20 mil (preço de mercado), o consumidor estaria disposto a pagar por ele até 21,5 mil, porém se o vendedor, com base em seus argumentos, consegue vender este carro por 23 mil, conseguiu para si um excedente do consumidor de 1,5 mil, por outro lado, se o comprador se mostra um bom negociante e consegue reduzir o preço final para 19,5, este sim, conseguiu um excedente de consumidor de 2 mil. Fecha parêntese.
Nas igrejas evangélicas ocorre o mesmo, vide um culto (entre tantos iguais) que me foi relatado: Um pastor pergunta quem teria 10,00 para "dar", com parte da audiência dando este valor, em seguida ele questiona quem tem realmente Deus no coração e teria 50,00 para "contribuir" em nome "do senhor", após a colheita, volta a carga e quer saber quem deseja "Jesus ao seu lado", devendo assim "entregar a carteira aos irmãos" (que estão na colheita), assim acontecendo, vemos que o pastor está praticando simplesmente microeconomia, capturando o excedente do consumidor, pois quantos fiéis foram dispostos naquele dia, a contribuírem somente com 10,00 e acabaram deixando todo o seu dinheiro? Finalmente, o pastor perguntou quem tinha talão de cheques e que verdadeiramente a fé seria provada, deixando um cheque pré-datado para o dia do pagamento...

Verdadeiro requisitório contra judeus

Uma edição da revista “Century Magazine” de Janeiro de 1928, publicada em Boston, possui um artigo do jornalista judeu Marcus Elias Ravage, um romeno naturalizado americano. Tal artigo constitui um documento de valor apreciável.
Ele também foi por muito tempo redator do jornal “New York Times”

Artigo:
“Verdadeiro requisitório contra judeus”

Naturalmente os cristãos estão zangados conosco. Dizer o contrário seria um contra senso. Portanto, não percamos tempo em negar ou procurar alibis... Santo Deus! Não quero mal aos que não podem suportar certas pessoas. O que me parece comico no anti-judaismo é sua absoluta falta de coragem. Os anti-semitas tomam mil caminhos tortuosos e andam à roda como um gato em volta de um prato de comida. Dão desculpas, as mais fantasticas e transparentes. Parece que vão estourar de pretensão e, se isso não fosse grotesco, seria o caso de nos zangarmos.

Há quinze séculos já vos ocupais com essa questão; mas quando agente nos observa a escutar vossas razões pueris, tem-se a impressão de que não fazeis a menor idéia sobre o que se passa ao vosso lado. Revoltai-vos contra nós e nem sabeis dizer por quê!

Vai para algum tempo, dizeis que corriamos atrás do dinheiro somente pensando em encher os bolsos. Agora cochichais e gemeis por toda parte que nenhuma tendencia artistica e nenhuma profissão escapa à invasão judaica... Que, durante a guerra, fugiamos aos deveres para com a pátria, porque somos pacifistas por natureza e tradição, quando somos os verdadeiros instigadores das guerras e aproveitadores das matanças dos povos.

Acusai-nos ainda de havermos provocado a revolução moscovita. Suponhamos que estejamos de acordo sobre esse ponto. Que tem isso?
Um russo imbecil falsifica uma porção de documentos, publica um livro e denomina “Protocolos dos sábios de Sião”. Essa obra sustenta que somos os autores da ultima guerra mundial. Considerais esse livro autentico. Muito bem!
Como prova, assinaremos todas as palavras. O livro não é falso é autentico. Mas que vale ele diante inegavel e historica atividade de conspiradores que temos manifestado e que jamais negamos, porque nunca tivestes a coragem de nos acusar.

Se, na verdade, agis seriamente, de conjuras judaicas por que não chamaria eu vossa atenção para uma coisa da qual vale à pena falar ? Para que perder tempo discorrendo sobre o pretenso domínio de vossa opinião pública pelos financistas judeus, pelos editores judeus dos jornais e pelas estrelas judaicas do cinema, quando podereis nos acusar de dirigir toda vossa civilização por meio dum mito judaico?

Ainda não vos destes conta de todo o mal que nos pode ser imputado. Somos destruidores. Somos revolucionarios. Apoderamo-nos de vossos bens, vossos ideais, vosso destino e calcamo-los aos pés. Somos a causa-mater, não só da ultima guerra, porém de quase todas as guerras. Não somos unicamente os autores da Revolução Russa, porém os instigadores de todas as grandes revoluções de vossa história. Causamos a desunião e a desordem na vossa vida pública. Ninguem poderá dizer quanto tempo ainda continuaremos a atuar desse modo. Que maravilhoso futuro não seria o vosso, se vos houvessos deixados em paz!
Mas nós não vos deixamos em paz. Nós vos temos nas mãos e derrubamos o belo e majestoso edifício que construistes. Mudamos o curso de vossa história. Nós vos conquistamos como nunca vossos Estados conquistaram a Ásia ou a Africa.

Fizemos de todos vós, inconsciente e involuntariamente, agentes de nossa missão no mundo
Vós a executais para com as raças barbaras e as inumeras gerações do porvir. Sem que désseis por isso, nós vos tornamos mediadores de nossa tradição racista e os que levaram o nosso mito até as regiões inexploradas do globo. E realizamos tudo isso pelo irresistivel poder de nosso espirito, pelas idéias e pela propaganda.

Os costumes de nossa raça tornaram-se a base de vossas leis morais. Nossas concepções juridicas formam o alicerce de todas as vossas instituições e do vosso sistema legislativo. Nossas lendas e mitos populares são as santas canções com que embalais vossos filhos. Nossos poetas criaram vossos hinos e canções. Nossa história nacional se tornou parte indispensavel do ensino ministrado pelos vossos padres-curas e professores. Nossos reis, nossos estadistas, nossos profetas, nossos soldados (nosso messias) são vossos HERÓIS.

O que nosso povo pensou e ensinou está inextricavelmente incorporado na vossa lingua e na vossa tradição, de tal modo que nenhum de vós pode ser considerado culto se não conhecer a fundo nosso domínio hereditário. Derrubamos vossos ídolos, pusemos de lado a herança de vossa raça e colocamos em seu lugar nosso Deus e nossas tradições. Nenhuma conquista se pode comparar à conquista sem choque com que nos apoderamos de todas as vossas posições. Tomai as três principais revoluções dos tempos modernos: a francesa, a americana, e a russa. Não são mais do que o triunfo das idéias judaicas de justiça social, justiça política e justiça economica. E ainda estamos muito longe do fim! Ainda somos vosso senhores.

Não é de estranhar que nos odieis, pois opusemos uma barreira ao vosso progresso. Dividimos vosso espirito, impusemos a desordem aos vossos instintos e tornamos vossos desejos irrealizaveis. Por que, então, não vos revoltareis contra nós? Se nós estivessemos em vosso lugar, teriamos mais antipatia por vós do que tendes por nós e vos diriamos francamente.
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