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domingo

“Os Smurfs"

Pierre Culliford, apelidado de “Peyo”, é o pai e criador de um dos mais bem sucedidos e populares desenhos animados da história, chamado de “Os Smurfs”. Nascido em Flandres (em 1928), filho de um inglês, Peyo cresceu em um país completamente homogêneo. Tinha 11 anos quando a II Guerra Mundial eclodiu, e 17 quando terminou. Foi, então, um dos poucos que viu a Europa antes da invasão de imigrantes que aconteceu após 1945.

Peyo desenhou os Smurfs em 1959. Ele nunca deu explicação alguma do porque colocou tantos sinais e mensagens subliminares em seus desenhos. Por que os Smurfs eram todos da mesma cor, falavam a mesma língua, professavam as mesmas tradições. Falar com a imprensa (manipulada) nunca foi muito de seu agrado, e os seus parentes e amigos contaram ao mundo, após sua morte, no ano de 1992, que Peyo não ficou feliz com a derrota da Alemanha na guerra. Eles também revelaram que Peyo era uma pessoa de crenças nacional-socialistas e afiliado à Ku Klux Klan, e que, além disto, era um grande crítico com relação à imigração em massa de estrangeiros não-brancos para a Europa. Peyo era um bom homem, honesto e gentil, um herói branco lutando de sua maneira para passar mesmo que subliminarmente as crenças nacional-socialistas adiante!

Em primeiro lugar, vamos analisar as roupas usadas por seus personagens. O vilarejo é governado pelo Papai Smurf, um velho e sábio homem de chapéu vermelho que é o líder dentre os outros Smurfs de capuzes brancos. Similarmente, o líder da Ku Klux Klan, conhecido como o “Grande dragão”, usa um capuz vermelho entre os outros membros de capuzes brancos da Klan. Existem também vários episódios em que os Smurfs dançam ao redor de fogueiras, em rituais muito semelhantes aos rituais tradicionais da Ku Klux Klan. Além disso, alguns autores, como o chileno Miguel Serrano, citam que os antigos hindus pintavam os corpos de azul em seus rituais, para representar os antigos povos hiperbóreos que deram origem aos arianos. O vilarejo habitado por eles é tão pacífico, tão perfeito, tão inofensivo, tão educado, tão cultural e habitado apenas por uma raça de criaturas. É uma perfeita comunidade homogênea nacional-socialista.





Olhe para esta bela criação de Peyo! Há apenas uma Smurf feminina em seu vilarejo, e ela é uma típica “beleza ariana”, com seus cabelos loiros que parecem com os raios do próprio sol que o iluminam, com grandes olhos azuis da cor do mais profundo e puro oceano! Originalmente, ela foi encontrada por Gargamel (que neste caso representaria um judeu), que vendo possibilidades práticas para o seu achado, planejava usá-la como uma armadilha do mal contra os Smurfs. Mas os pacíficos e puros Smurfs junto à bondade do vilarejo sagrado transformaram Smurfete (este é seu nome) em uma boa Smurf, que se integrou perfeitamente ao vilarejo. Percebam como Peyo foi genial! Um judeu (neste caso, Gargamel) que traz uma Smurf-armadilha (representando a prostituição, indústria pornográfica, etc.) para enfraquecer e derrotar os outros Smurfs, que representam o Homem Branco.



O personagem mais maléfico do desenho! Seu nome é Gargamel, um nome típico de judeus provenientes da Alemanha, que possui uma aparência típica do estereótipo judaico: cabelo escuro, nariz grande e dentes pontudos. Ele vive em uma casa grande, suja e velha, juntamente com seu gato, chamado por ele de Azrael (De acordo com a Torah, este é o anjo que separa a alma do corpo na hora da morte), e pratica magia (Cabala). Gargamel é representado no desenho como sendo um assassino impiedoso, um eterno inimigo dos Smurfs. Está sempre produzindo venenos e armadilhas mortais para assassiná-los, ou tentando sequestrá-los para comê-los.

Em um episódio, Gargamel produz um veneno perigoso, que acidentalmente um Smurf descuidado pegou, e quando o ingeriu, adquiriu uma cor escura; não somente isso – ele se tornou violento, frio e insensível. Este Smurf envenenado se escondia na floresta e agredia seus companheiros normais. E até que os Smurfs achem uma cura para este Smurf negro, este continuará sendo violento. Olhem como Peyo foi genial! Um judeu (neste caso, representado por Gargamel), que através de um veneno (Televisão, propaganda, música degenerada), fez com que um Smurf que se tornou negro, violentasse os Smurfs normais (neste caso, pessoas brancas). Isto não nos é similar a algo?

Gargamel, a certa altura, descobre através de sua magia, uma fórmula para obter ouro, utilizando a pedra filosofal. Necessitava-se, como ingrediente, pelo menos seis Smurfs (que, neste caso, fazem o papel de seis homens brancos, honestos, que trabalham arduamente, sem que sejam devidamente recompensados), mas tendo falhado por várias vezes, a simples vingança (a vingança pelo fato do homem ariano ter-se revoltado contra o judeu e seu sistema) já era motivo suficiente para desejo de livrar-se deles!

O vilão, em um dos episódios, entrega uma moeda a um Smurf, na esperança de que ele a guarde e torne-se ganancioso (oferecendo dinheiro, materialismo, para que até o mais puro dos seres se corrompa pela ambição). O plano funciona e o Smurf torna-se ganancioso, deixando de ver impedimentos éticos, nem morais para conseguir mais moedas. Com isso, a paz e a tranqüilidade no vilarejo Smurf é abalada. Mas, no final, tudo é resolvido quando este Smurf decide dividir sua riqueza com os outros habitantes, e o vilarejo torna-se novamente um lugar de paz.

Em um outro episódio, Gargamel (novamente representando um judeu) se transforma em um pequeno ser azul, através de um encantamento (tentando mudar sua aparência ideológica), para se infiltrar no pacífico vilarejo Smurf (sendo alguns de seus principais meios, a propina, o dinheiro, e os “benefícios”), e quando finalmente entra no vilarejo, tenta escravizar os pequeninos para que estes se tornem seus servos, e que assim produzam ouro para ele, para depois os matar (através de propagandas, culpa, materialismo, escravizando o espírito do homem branco para poder dominá-lo e fazê-lo produzir riquezas em seu benefício). Mas, assim como em outros episódios, os Smurfs descobrem a farsa de Gargamel, e acabam com seus planos antes que ele conseguisse finalizá-los (o homem ariano descobre a farsa dos judeus, o “Holocausto”, a culpa, o materialismo, e acaba pondo um fim aos planos que viriam a destruí-lo).

A grande mensagem que Peyo nos deixou pode ser exemplificada, novamente, pelos próprios contos de sua genial criação: Gargamel, em algumas vezes, chegou a capturar alguns Smurfs desavisados, que estavam vagando pela floresta sozinhos, mas nunca conseguiu acabar com nenhum deles.

Desta mesma forma, algumas vezes o homem ariano desvia-se de seu caminho e acaba vagando pela obscuridade da omissão; não percebe o que faz, até o momento em que ele se sinta culpado pela gana e pelo individualismo. Só assim é capaz de compreender o quanto esses valores eram danosos não somente para si, mas para sua comunidade, quando o caminho parece irreversível, quando a luz do sol parece esvaecer-se dentre as árvores da floresta... Mas assim como os Smurfs, o homem ariano não perecerá. Ele, através de sua criatividade, de seu esforço coletivo, acabará reencontrando o caminho de volta à luz por entre uma negra floresta. Regressará, deste modo, mais sábio, sabendo agora dos perigos que o cercam.

A comunidade Smurf toma a forma de uma cooperativa, compartilhando de um ambiente agradável, baseados no princípio de que cada membro possui algo de bom e que, sendo assim, possa contribuir para a Sociedade Smurf, da maneira como puder. Em troca disto, parece que cada membro se absteve de seu individualismo pelo bem comum a toda uma comunidade.

Assim como a comunidade Smurf, a comunidade Ariana nacional-socialista se moldará também na forma de uma grande cooperativa, em que cada Ariano, sabendo de seu grande papel nesta sociedade, trabalhará naquilo em que ele/ela seja esteja mais apto para fazer, contribuindo individualmente para a coletividade. Desta forma, o homem Ariano se absterá do individualismo fútil, prezando pelo bem de seus semelhantes.

Fonte: Revista Cultural Tholf #03
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