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segunda-feira

Piada do dia...

Simon Wiesenthal judeu sionista super man caçador de nazistas diz:
"Passei por 10 Campos de Extermínio Nazistas"


aaaaaaaahaaaaaaahahaahaaaahaahaha

E como é que não morreu?

Outras fontes dizem que ele passou por 13, outras até por 17 campos.
Ele conta em seu diário que por um ACASO DO DESTINO foi encontrado que não usa sabonete pois ficou traumatizado após ver a industria de sabão de óleo de judeus, sabonete rosa feito de mais velhos, e outros mais claros de judeus mais jovens... haahahahaha
E também que a produção de objectos de decoração e outros utilitários feitos de pele de judeus superavam a de pele de animais hahaahahah

QUANTA IMAGINAÇÃO \o/
Não criaram mutantes também? Tipo mulher que vira cobra, homem com visão de raio laser que nem na novela do sionistrecord? Ou será na sionistband? Ou na SionistBT, ou na globosionist? Não sei, mas é em tv sionista aberta

ahuhauhuahua acordei muito humorista hoje
ok se ninguém ri não to pedindo mesmo

ser auto-suficiente em piadas é um dom e eu tenho...

domingo

"1º-No plano político"

-A política nada tem a ver com a moral.

-Na política só triunfa a força pura.

-A honestidade e sinceridade são um mau vício em política.

-Hipocrisia e força são essenciais.

-Para alcançar uma posição é necessário muito dinheiro,que está em nossas mãos.

-Moisés impõe o dever de subjugar todas as nações.

-Através do poder do voto é como nos apoderamos do tronos.

-Sob nossos auspícios a plebe destruirá a aristocracia.

-Nossa imprensa promoverá e dominará os governos e os denunciaremos sem o mínimo escrúpulo para desacreditá-los,caso se rebelem contra nós.

-Se dará a paz ao mundo somente se acatarem nossas leis.

-Distrair o público com uma infinidade de espetáculos,eventos e fraseologia insensata que pareça progressiva ou liberal.

-Organização de infinitas instituições cujos Membros demonstrarão NOSSA CONTRIBUIÇÃO AO PROGRESSO!

(PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO, SEGUNDO PROTOCOLO)
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Isso não parece o que presenciamos diariamente ano após ano? E ainda tem gente que nega a veracidade dos protocolos...

sexta-feira

Gulags, Os Campos de Extermínio Vermelhos.

Gulag (acrônimo de Glavnoe Upravlenie Lagerei –
Administração Central dos Campos)
Muito se conhece (supostamente) sobre os famosos campos de
concentração nazistas, as terríveis camaras de gás, os
crematórios, os trens etc...
Mas quem conhece os gulags?
Era um sistema de campos de trabalho forçado para criminosos
e presos políticos da União Soviética, de 1918 ate 1956.
Foram aprisionadas milhões de pessoas, muitas delas vítimas
das perseguições de Stalin.
A diferença básica desse método de extermínio para os
supostos métodos alemães, estão tanto nos métodos em si
quanto na quantidade de vitimas, os gulags usavam meios
diversos como, a morte por exaustão no trabalho, pela fome ,
hipotermia , doenças ou execução propriamente dita.
Estima-se que nos campos do gulag tenham morrido 56.6
milhões de pessoas, contra os 6 milhões dos campos nazistas.
O terror em massa sempre existiu nos regimes comunistas a
imoderação e o sectarismo de Lenin se manifestavam em sua
visão dos campos de trabalhos forçados como forma especial
de punição para certo tipo de “inimigo”.Em 1918, Lenin exigia
o encarceramento de “inimigos do povo” em campos de
concentração. Em 1921, já havia 84 campos.
Stalin usaria o trabalho forçado para acelerar a industrialização
e explorar os recursos naturais do extremo norte do país. Os
campos tiveram papel crucial na economia soviética. Anne
Applebaum cita algumas das diversas atividades nas quais os
presos trabalhavam: derrubada e corte de árvores, transporte
dessa madeira, mineração, construção civil, manufatura,
agropecuária, projeto de aviões e peças de artilharia.
É bem verdade que o proposito dos Gulags era bem mais
econômico, seu sistema visava utilizar dos recursos de mão de
obra escrava dos presos.
A morte nos Gulags sempre foi certa, mas não antes que o
prisioneiro fosse sugado ate o fim de sua miserável vida, por
detrás das cortinas de ferro o regime comunista fez grande
esforço para esconder seus gulags do mundo, e o que acontecia
nesses campos de extermínio vermelho.
Mas o terror em massa nunca teve um fim, ainda hoje nos
atuais regimes socialistas existem gulags, a Coréia do norte, e
a China são adeptos a prática e o mundo todo consome
produtos manufaturados pelos escravos do comunismo.

O SOCIALISMO NO III REICH

Quais foram as conquistas do Nacional-Socialismo na área de política social, além da eliminação do desemprego?

Em primeiro lugar ele eliminou a luta de classes, deu ao termo Socialismo um novo conteúdo e substituiu palavras e promessas por ações.

A 2 de maio de 1933, o NSBO (Nationalsozialistische Betriebszellenorganisation = Organização nacional-socialista das câmaras trabalhistas) assume os sindicatos. A 3 de maio de 1933, a Frente de Trabalho Alemã ocupa o lugar dos sindicatos, uma grande frente unida de todas as forças produtivas alemãs, a primeira e maior organização do mundo, onde empregador e empregado foram incorporados numa unidade trabalhista comunitária.

Após meses de intenso trabalho, é aprovado a 20 de janeiro de 1934 a Lei para regulamentação do trabalho nacional, a base para criação de uma política social nacional-socialista, sem contrapartida em qualquer lugar do mundo. Pela primeira vez, os termos “honra social” e “utilidade pública” (soziale Ehre e Gemeinnutz) foram fixadas por meio de lei. Ela se baseava nos três pilares nacional-socialistas: princípio da liderança, uso comunitário e honra.

A lei tinha sete subdivisões, onde as cinco mais importantes são:

- Líder do Conselho da fábrica e da confiança mútua
- Representante trabalhista do Reich
- Regulamentação trabalhista e tarifária
- Justiça da honra social
- Proteção contra demissão

Com a promulgação destas diretrizes, o trabalhador alemão daquela época conquistou:

1. Justiça

Anteriormente, as relações trabalhistas estavam submetidas aos chamados “livres” contratos de trabalho e ao regateio do sindicato e associações do trabalho.

Com a lei, acima das livres decisões do diretor da fábrica está o poder do Estado, que através do Representante trabalhista do Reich pode fiscalizar se justiça e uso público prevalecem ante despotismo e interesse pessoal.

2. Eliminação da exploração

Anteriormente, o abuso de poder por parte do empresário, exploração maldosa da força produtiva e condições insalubres, eram combatidas através do longo caminho da ação judicial particular, que não estava ao alcance da maioria dos trabalhadores alemães.
Com a lei, os Representantes trabalhistas do Reich agem como procuradores do Estado para dirimir problemas também relacionados quanto à honra social. Um diretor que abusa na empresa de sua posição sobre os empregados ou viola a honra destes, se coloca sob as penas do tribunal social da honra (Ehrengericht). Casos particularmente mais graves podem destituir o diretor de sua função na empresa. Uma vez imposta a lei, culminou em 1935 na absolvição de somente 4 casos dentre os 156 processos de honra social.

3. fim da pressão sobre o salário

Obrigações e benefícios não são mais negociados agora no contrato de trabalho entre associações de classe em luta e conformados segundo a relação de força entre as partes, mas sim de forma razoável, onde o Representante trabalhista do Reich promove como órgão estatal a remuneração justa dos trabalhadores. Caso seja exigida a proteção do empregado, ele estipula condições mínimas trabalhistas para regulamentação das condições de trabalho, que não podem ser ignoradas. Peritos juramentados são convocados. Um diretor que não cumpre as condições mínimas fica sujeito às penalidades jurídicas. Os colaboradores podem exigir a qualquer momento o pagamento da diferença entre remuneração paga e o mínimo estipulado. Uma renúncia à remuneração mínima, por princípio, não tem efeito.

4. Pagamento do salário em caso de incapacidade

Anteriormente, em casos de doença ou acidente de trabalho, o pagamento ao trabalhador era raramente feito além dos primeiros três dias.
Com a nova lei, a continuação do pagamento continuava na maioria dos casos. Em cerca de 25% dos casos, já existia em 1937 até o pagamento de auxílio aos dependentes em caso de morte do empregado.

5. Proteção contra demissões

Grande esforço para manter o lugar de trabalho através de longos prazos de demissão. Até 1933, os trabalhadores tinham um prazo de 1 dia, em casos especiais, uma semana. Após 1933, em inúmero casos o prazo era de 2,3,4 e 6 semanas, até o fechamento do trimestre e no caso de longas relações trabalhistas, prazo de demissão de três meses.

6. dentro do possível, supressão da demissão em massa

O Representante trabalhista do Reich tem poder procurador para alterar o prazo de demissão. Dentro deste prazo, as demissões só poderão ocorrer com a permissão do Representante trabalhista. Com isso o colaborador tem uma ampla proteção diante de fechamentos.

7. proteções extras para os trabalhadores alemães

Anteriormente existia a exploração desmedida e o despotismo nas regras para remuneração. Após a lei, fixação da remuneração através do Representante trabalhista do Reich. Mais de 400 classes salariais. Os Representantes especialistas fixam uma justa remuneração do trabalhador nacional.

8. Regulamentação das férias

Anteriormente: férias do trabalhador eram totalmente ignoradas. Em contrapartida, desde 1934, em toda relação trabalhista as férias são consideradas. O prazo de direito às férias foi do anterior um ano, ou mais, reduzido em seis meses.

9. Gratificações de Natal, ajuda de férias e outros

Antes: comum somente para funcionários mais graduados
Após a lei: em muitas empresas, introduzido também para todos os colaboradores da empresa.

CAPITALISMO

Capitalismo não é uma coisa, mas sim uma relação para com ela. Não são as minas, fábricas, imóveis e terrenos, instalações ferroviárias, dinheiro e ações, as causas de nossa necessidade social, mas sim o abuso destes bens do povo. O capitalismo não é nada mais que a usurpação do capital do povo e, de fato, esta definição não encontra sua definição na limitação da pura economia. Ela tem sua validade ampla em todas as áreas da vida pública. Ela representa um princípio. Capitalismo é, sobretudo, o uso abusivo dos bens comuns, e a pessoa, que comete este abuso, é um capitalista.
Uma mina existe para fornecer carvão ao povo, para que ele tenha luz e calor. Fábricas, casas, propriedades e terrenos, dinheiro e ações, existem para estar a serviço do povo, e não para tornar escravo um povo. A posse destes bens não proporciona somente direitos, mas deveres. Propriedade significa responsabilidade, e não apenas com seu próprio bolso, mas perante o povo e seu bem-estar. No início, as minas estavam lá para servir à produção, e a produção existe para servir ao povo. Não foi o dinheiro que descobriu as pessoas, mas sim as pessoas que inventaram o dinheiro, e para que ele lhes sirva, e não para que as subjugue.
Se eu abuso dos bens econômicos para torturar e fazer sofrer o meu povo, então eu não sou digno da posse destes bens. Então eu inverto o sentido da vida no seu oposto, eu sou um capitalista da economia. Se eu promovo abuso de bens culturais, por exemplo, eu aproveito da religião para motivos econômicos ou políticos, então eu sou um mau administrador do bem a mim confiado, um capitalista cultural. O capitalismo se transforma num instante nas mais intragáveis formas, onde os motivos pessoais, para quais ele serve, se sobrepõem ao interesse de todo o povo. Parte-se então das coisas e não das pessoas. O dinheiro torna-se então o eixo, em torno do qual tudo gira.

No Socialismo é o contrário. A cosmovisão socialista começa no povo e então avança sobre as coisas. As coisas se submetem ao povo; o socialista coloca o povo sobre tudo, e as coisas são só meios para se atingir os fins.

Apliquemos esta premissa na vida econômica, então resulta a seguinte situação:

Em um sistema capitalista, o povo serve à produção, e esta é dependente por sua vez do poder do dinheiro. O fantasma do dinheiro triunfa sobre a presença viva do povo. Em um sistema socialista, o dinheiro serve à produção, e a produção serve ao povo. O fantasma dinheiro se submete à comunidade orgânica de sangue – povo. O Estado pode ter nestas coisas somente um papel regulador. Ele revela os eternos conflitos entre capital e trabalho, seu caráter destrutivo. Ele é o juiz entre ambos, mas que age implacavelmente quando o povo está ameaçado. Existe para ele somente uma clara decisão, seja como for. Se ele se coloca numa disputa econômica ao lado hostil ao povo – pode ser tão nacional como quiser – então ele é capitalista. Ao contrário, caso ele sirva à justiça, e que é análogo à necessidade estatal, então ele é socialista.

Tão claras e transparentes possam parecer estes fundamentos da teoria, tão difíceis e complicados eles são na prática política. Eles dependem de milhares de questões individuais de caráter técnico ou comercial, de condições macro-econômicas globais e embaraços políticos mundiais. Mas esses problemas são insolúveis para um povo que interiormente não tenha caráter e seja exteriormente um escravo. Este é o caso hoje da Alemanha. Para nós não é colocado o debate, se Socialismo ou Capitalismo. Nós precisamos trabalhar para nossos opressores e não temos tempo para pensar em Socialismo, para não mencionar que mesmo que tivéssemos também a modesta possibilidade, seria difícil colocá-lo em prática.

Este foi o erro crucial do proletariado alemão naquele infeliz 18 de novembro de 1918: pode se perder uma guerra, deixar acontecer uma revolução, e apesar disso pode-se derrubar um Estado capitalista e erigir em seu lugar um Estado socialista. Isso só foi possível com as armas. Ninguém conseguiu na história mundial estabelecer uma nova cosmovisão – e o Socialismo é uma – através de uma capitulação, mas somente com resistência e ataque. 1918 apresentou aos socialistas alemães somente uma missão: manter as armas e defender o Socialismo alemão. Isso não foi feito. Conversa-se e realizam-se revoluções, mas o trabalhador alemão não nota que com isso ele apenas segura o cabide para seu pior inimigo, o capital internacional.

O resultado desta tolice é a anarquia de hoje. No papel uma Democracia social; na prática uma plantação do capital internacional. Ao contrário, nós nos posicionamos para a defesa. Como somos socialistas, queremos que o dinheiro sirva ao povo, por isso nos rebelamos contra esta situação, preparem a vontade para romper com um sistema insuportável, que dos escombros da democrática província do dinheiro, levante o Estado nacional alemão.

15 de julho de 1929.

Joseph Goebbels, O ataque – Extratos da época de luta, 1935, p. 188-190

quinta-feira

"Não foi mentira, foi a minha imaginação"

Herman Rosenblat que contava a "linda estória de amor" de quando estava no campo de concentração nazista e todos os dias uma menina vinha até a cerca lhe entregar uma maçã e pedaços de pão, que mais tarde veio a se tornar sua esposa, foi desmascarado e dá sua explicação em uma entrevista a ABC... Diz ele que não contou uma mentira, foi a imaginação dele (heheheh).. Ele fe$ tudo por amor a e$po$a dele, claro... A estória é usada para produção de um filme, mesmo após ser comprovada a sua falsidade... Assista a entrevista inteira com muito mais detalhes neste video: http://www.youtube.com/watch?v=nROqGjAuCmg
Esta não é a única pessoa a contar suas estórinhas dramáticas inventadas para chantagear e manipular, e claro enriquecer as custas de uma grande mentira.. Quem ainda se recusa a ver, está mais do que na hora de abrir os olhos!

O Revisionismo Histórico a favor do sionismo internacional.

Já não bastando a censura imposta pela sinarquia sionista nos meios de comunicação para barrar qualquer questionamento a fatos duvidosos e pouco esclarecidos da história antiga e recente agora temos a ameaça do revisionismo histórico pró judaico!(George Orwell foi um profeta!)
Para quem acompanha na Europa a programação do canal ¨ARTE¨5 na França e Alemanha ficou claro o caráter tendencioso de seus programas históricos recém exibidos sobre a Idade Media, entre outros, durante o mês de janeiro e fevereiro de 2009, onde entre tantos programas um se destaca pela ousadia do próprio título “ Judaísmo e a civilização da Europa” exibido dias 25 e 27, na seqüência de dois documentários sobre os Cavaleiros Templários e seu trágico fim sob a perseguição do Rei francês Filipe o Belo no Seculo 12.( reprisados no fim de semana seguinte).

Sintetizando o conteúdo dos programas exibidos ficou clara a intenção da imposição das seguintes afirmações do “revisionismo pró-judaico” :

- O judaísmo foi fundamental no apoio politico-filosófico ao cristianismo como um meio de derrotar o Império Romano de uma maneira pacífica e democrática, já que Roma era considerada uma “ditadura e potência opressora” dos povos livres da época.

- O judaísmo foi responsável pela organização social, civil e comercial da Europa no período pós dominação da Roma pagã, mas diversas traições da Igreja Católica e dos -Papas, aliada a ignorância e superstição do povo da época, originou uma fase de perseguição aos judeus em todo o território europeu, e a falta dessa “organização” promovida pelo judeus lançou a Europa no período conhecido como Idade das Trevas da Idade Média.

- Mesmo durante a Idade Média varias grandes cidades europeias teriam crescido e prosperado graças aos esforços de políticos, administradores, profissionais em geral, etc... todos sempre de origem judaica.

-A Renascença só foi possível graças a mobilização do judaísmo para tirar a Europa da ignorância, artistas renomados como Rafael, Giotto, Michelangelo e cientistas como Copérnico, Kepler, Leonardo da Vinci, Giordano Bruno, entre outros seriam todos de origem judia. Até mesmo as grandes navegações portuguesas teriam sido organizadas e financiadas por judeus proeminentes da época.

-O Iluminismo foi mais uma das grandes “colaborações judaicas” para a sociedade europeia em decadência, e as guerras Napoleônicas só aconteceram devido a ausência de hábeis “diplomatas e políticos judeus” junto aos governos dos países da época, a derrota da “opressão napoleônica” só se deu graças a intervenção da franco-maçonaria que agiu nos bastidores para “assegurar a democracia” na Europa, bem como facilitar a independência dos EUA como uma nação “modelo de progresso e liberdade” já que muitas nações europeias ainda insistiam em perseguir os judeus e a maçonaria.

-O desenvolvimento social e cientifico dos séculos 18 e 19 só se deu devido ao empenho de famílias judaicas que promoveram a reorganização do comercio e a revolução industrial e diversos cientistas da época só teriam condições de criar suas invenções devido ao ensino e apoio de professores judeus “desinteressados da fama” dos inventos tais como a eletricidade, motores a vapor e a combustão, fotografia, radio, etc...

- E finalmente, as 1as e 2as guerras mundiais só aconteceram devido a ausência de “diplomatas e políticos” de origem judaica dentro dos governos para promover acordos eficientes para promover a “paz entre as nações”...

De acordo com o programa exibido, varias universidades europeias e americanas de renome apóiam a iniciativa de uma “revisão” nos livros de história para as gerações futuras como uma maneira de assegurar o reconhecimento e respeito a um povo que “muito contribuiu” para o progresso da sociedade e de toda a civilização ocidental (era só o que faltava!!!PQP!)

O mais interessante é que esses programas foram ao ar justamente durante os dias das mais sangrentas ofensivas de Israel contra os Palestinos em Gaza (coincidência?!) e durante a polêmica do Bispo Inglês que negou o holocausto ser excomungado pelo Vaticano, também na mesma semana o Presidente francês Nicolas Sarkozy declara durante uma entrevista nas emissoras TF1, France 2 e France 3 que muitos dos resultados da crise econômica na Europa são frutos da ignorância de camadas desinformadas da sociedade e que um exemplo disso era que em pleno século 21 ainda existiam pessoas extremistas que acreditam e declaram que o holocausto judeu seria uma farsa...(aonde que a “negação do holocausto” teria a ver com o assunto “crise econômica” na França?!?!)
É isso ai que dá deixar elementos sionistas do “povo eleito” soltos, sem coleira e sem vacina anti-rábica pelo mundo afora...
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