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domingo

Homenagem ao aniversário de Rudolf Hess




"Nas noites onde o peito se enche de ar

E a vida parece renovar seu sentido,

Eu contemplo a imensidão do céu,

Passo a íris sob as estrelas

A quem você, Rudolf Hess, outrora recorreu.



Eram elas o seu conforto;

O ombro amigo de um velho camarada ferido;

A mais alta condecoração de bravura.

Delas, soava em coro a voz de todos os mártires:

"Aquiete-se, Hess... Fica em paz, guerreiro nosso!

Pois é certo que as grades que o cercam

Serão incapazes de aprisionar seu espírito!".



Rudolf Hess,

Do céu você veio e a ele teve de recorrer,

Pois era a outro mundo a quem pertencia.



Rudolf Hess,

Príncipe supremo de um reinado imortal;

Herói do sacrifício pessoal,

O mundo do espírito lhe merece mais que nós,

Meros humanos;

Mas que das estrelas,

Onde você estiver,

Que sempre parta uma luz em nossa direção,

Em nosso caminho.



Pois sempre que olharmos para o pano surrado

Da suástica que outrora você elevou,

Pensaremos no quanto você nos significa.



Que as sombras da Era Negra,

Jamais nos impeçam de atender à sua luz.



Enquanto nos for possível contemplar aos céus

De qualquer parte do hemisfério terrestre,

Você estará junto dos nossos corações hitleristas.



E que do trono dos deuses arianos,

Você nos contemple, ó grandiosa referência,

E que preencha nosso peito

De esperança,

De coragem

E de uma certeza que nada

Nem ninguém será capaz de remover:

Seu sacrifício,

Que não tivera cálculos nem reservas,

É a eterna inspiração à qual constantemente recorremos.



Pois somente se é possível sobrepor-se às trevas

Quando se atende ao exemplo de grandes homens,

Como foi o seu caso

Meu Hess,

Nosso Hess."


Nas Noites Estreladas - Hermann Tholf

quarta-feira

As árvores nos cultos ancestrais

No centro do cosmo nórdico há um freixo, chamado Yggdrasil, que cresce para fora do poço de Urd. Os Nove Mundos estão nos ramos e raízes da árvore. O seu nome pode parecer um pouco estranho por significar “o freixo do cavalo de Yggr" (Yggr é um nome para o deus Odin), mas tudo faz sentido quando se considera que a árvore é um meio de transporte entre os mundos. O nome do cavalo de Odin/Wotan é Sleipnir, então segundo essa mitologia, Odin cavalga Sleipnir para cima e para baixo pelo tronco, e por meio de seus ramos em suas viagens, freqüentes, ao longo dos nove mundos.


Assim como havia o Irminsul para os saxões, sendo o “pilar cósmico”, o eixo do mundo: a conexão entre o céu e a terra.


       

Para os celtas as árvores também possuíam grande valor, pois enxergavam nelas o poder dos Deuses, e os próprios bosques eram seus templos... Algumas árvores tinham significados diferentes como o carvalho (que era uma árvore sagrada) era ligado à sabedoria, o freixo estava ligado à proteção, e o salgueiro estava ligado às divindades da água.

E nós vamos encontrar até no contexto mesoamericano aspectos muito semelhantes, por incrível que possa parecer. No contexto deles, as árvores do mundo representam os quatro pontos cardeais, os quais também servem para representar a natureza quadripartida de uma árvore do mundo central;  um axis mundi simbólico que liga os planos do submundo e do céu com o do domínio terrestre. São encontradas representações de árvores do mundo, tanto no seus aspectos direcionais como centrais nas artes e tradições mitológicas de culturas como a dos maias, astecas, Izapana, mixtecas, olmecas e outras. 
Entre os maias, a árvore do mundo central era concebida na forma de uma árvore de Ceiba, e é conhecida como wacah chan ou yax imix che, dependendo da língua maia. O tronco da árvore podia também ser representado por um caimão ao alto. Supõe-se que os sítios e centros cerimoniais mesoamericanos tinham frequentemente árvores plantadas em cada um dos pontos cardeais, representando o conceito da quadripartição.
As árvores do mundo apresentam frequentemente aves nos seus ramos, e as suas raízes estendem-se na terra ou água (por vezes sobre um "monstro da água", simbolizando o submundo).   


Retornando alguns milênios de anos na história, vamos encontrar na Suméria a árvore Huluppu, “a árvore da vida de Inanna”. Que a própria  Deusa plantou em seu jardim sagrado, que foi defendida pelo valente guerreiro Gilgamesh,  que matou a serpente que havia se alojado em suas raízes, afastou o pássaro Anzu e a sombria Lilith, livrando a árvore desses três males.


Se pesquisarmos nos demais povos pelo mundo, encontraremos resquícios de árvores sagradas em muitas mitologias. Mas a que isso se deve? A que realmente se relaciona isso?

Incrivelmente há muita sabedoria escondida nas mitologias antigas, que relacionamos com a ciência moderna.




Pares ou aglomerados de galáxias, interligadas.
"Odin cavalga Sleipnir para cima e para baixo pelo tronco, e por meio de seus ramos"



Pilares Cósmicos - Pilares da Criação (nuvens cósmicas onde hidrogênio, plasma e poeria dançam em ritmos quase eternos e em proporções quase inimagináveis para fazer despertar as mais novas estrelas)


A Via Láctea como um grande pilar ou caminho

A estrutura do universo

A estrutura de uma árvore

domingo

Nezhegol (Russia) - Ucrânia



Total apoio aos insurgentes ucranianos e russos!

sexta-feira

Retorno para Hiperbórea

Eu fodidamente odeio essa terra possuída por judeus. As pessoas medianas fervem meu sangue. O senhor da escuridão as possui, elas não são nada, mas os robôs dirigidos por judeus, doentes, auto-destrutivas, degeneradas, poluindo o ar ao seu redor e envenenando o corpo e o espírito dos outros, condenando seus próprios filhos a um inferno judaico projetado para a terra; eles estão inconscientemente se destruindo por suas naturezas doentes.
Temos de nos separar desses agentes subumanas de morte. Somos uma raça acima deles, arianos, temos de voltar a Hiperbórea, a Idade de Ouro, Satya Yuga, uma idade em que as regras da virtude ministravam a terra, e a terra era povoada por Hiperbóreos, uma raça de homens divinos.
Devemos nos tornar as encarnações dos Hiperbóreos na terra e dar o exemplo. Devemos tornar-nos uma casta de seres superiores, por excelência física, consciência espiritual, de saúde robusta, essas são todas as coisas pelas quais devemos lutar. Devemos nos comprometer totalmente com a eterna luta e viver como guerreiros destemidos, sempre buscando a excelência em tudo o que fazemos, e estarmos preparados para lutar até a morte para o nosso retorno à divindade. Através de Valhalla, chegaremos a Hiperbórea!
Temos de nos preparar para a guerra e derrotar o senhor da escuridão e os seus agentes, os judeus e os traidores brancos e os homens animais da uma vez por todas. Temos que começar o fogo purificador do Ragnarok, que irá destruir tudo o que está doente e degenerado, e limpar a terra, de modo que os deuses possam projetar Hiperbórea na terra diretamente, e valorizar o homem ariano.

Wolf Yeager - MD Articles

quinta-feira

Revolta contra o mundo moderno


Eu acredito que o retorno a uma vida mais simples é a maneira mais fácil de quebrar as correntes que nos prendem ao degenerado mundo moderno.

A tecnologia moderna tem nos enfraquecido, tem nos deixado incapazes de nos apoiarmos sem ajuda artificial. Se houvesse outro Holodomor hoje, por exemplo, ninguém saberia o que fazer, ou como sobreviver em tal situação. E esta situação está se aproximando rapidamente. Estes genocídios dos europeus orquestrados pelos judeus, já aconteceram muitas vezes na história, e a coisa trágica é que a maioria das pessoas não acham que isso poderia acontecer com elas, mas quando os brancos tornam-se as minorias em seus próprios países, o que está acontecendo agora, eu posso garantir que esses países vão seguir o mesmo caminho, como o que aconteceu na África do Sul e Rodésia, e os países europeus que foram massacrados sob o regime comunista.
Mas o que eu sei? Eu sou apenas um "teórico da conspiração paranoica". "Não há um único problema com o mundo moderno, "estamos mais avançados do que nunca com todos os nossos Gadgets e telefones, que não temos de nos manter ou fazer qualquer trabalho a nós mesmos".
O resultado mais trágico dessa cruel engenharia social judaica, é que hoje, as pessoas são tão estúpidas, e levam uma existência tão sem sentido, que não se importam se elas vivem ou morrem, e não se importam o suficiente com o futuro de seus filhos para lutar pelo futuro deles. O mundo moderno literalmente roubou a nossa vontade de sobreviver.

Wolf Yeager
http://misanthropic.info/international/article/280/

terça-feira

Thoreau e a literatura védica

Thoreau era um grande leitor dos escritos sobre misticismo oriental, e é provável que ele tenha lido tanta literatura védica quanto o própria Gandhi. Aos 24 anos, em 1841 Thoreau leu o "Dharma Sastra", e em 1845 leu Bhagavad Gita, em sua cabana perto do lago Walden. Thoreau escreveu em seu diário: "Nunca, em outro lugar, o leitor é mais elevado, e mantido em maior, mais pura ou mais rara região de pensamento que em Bhagavad Gita."
Em 1855 ele recebeu de um amigo inglês chamado Thomas Cholmondeley 44 volumes de obras orientais. Assim Thoreau possuía uma das maiores seleções desses livros nos Estados Unidos, na época.

Léon Degrelle


15 de Junho de 1906 – 31 de Março de 1994

Há 21 anos faleceu o grande Degrelle.
Ele foi um político nacionalista belga fundador do rexismo, participou na Segunda Guerra Mundial primeiramente como voluntário na frente oriental, em seguida tornou-se oficial da Waffen SS e foi condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro. Após a guerra, foi uma importante figura na divulgação do Nacional-Socialismo e do Revisionismo Histórico.

Leia aqui "
QUEM ERA HITLER?" de LEÓN DEGRELLE


sexta-feira

Povos Germânicos

O melhor juiz, o povo (...) se uma decisão recebia do povo aclamações ou ruídos de armas, ela estava aprovada. (...) os germânicos eram governados por um chefe que eles próprios elegiam. Em tempos de guerra costumava ser um militar com poderes extraordinários. Ao estabelecer a paz cessava sua autoridade. Em épocas onde guerras eram muito frequentes e duravam tanto que o poder do chefe não chegava ao fim, aos poucos ele era transformado em rei. (...)organização familiar era geralmente patriarcal, na época de Tácito em muitas tribos ainda haviam resquícios fortes de matriarcalismo. (...) o adultério era raro e severamente punido, exceto quando praticado por chefes/nobres (...) a mulher era tida em alta conta como criatura delicada e virtuosa, protegida especial de Deuses. (...) a elas cabiam as tarefas da casa, educação e cultivo da terra.




Tácito, nascido provavelmente na Gália Narbonense em 56/57 d. C, escreveu esta obra em 98 d. C. Era considerado um dos oradores mais importantes de Roma em seu tempo. Germania é uma monografia histórica e etnográfica onde o autor percebe a ameaça dos germanos pela sua forte noção de libertas (liberdade, inexistente em Roma), bem como pela coragem (virtus). Os antigos compreendiam, sob o nome da Germânia, não apenas o país que forma hoje a Alemanha, mas ainda a Dinamarca, a Suécia, a Noruega, a Lituânia, a Letônia, a Estônia, a Finlândia, etc. A Récia ocupava o país dos Grisões com uma parte da Suábia e da Baviera.
Leia "Germania" aqui.

quinta-feira

Putin e Dugin


Existe hoje uma forte presença de forasteiros semitas na Russia, estes possuem grandes famílias e somam grande parte do exército. A imigração de outras raças para o país é bastante incentivada pelo governo.


Vladimir Putin não é um amigo dos nacionalistas russos, mas é amigo de criminosos, judeus, islâmicos e neocomunistas.
"Hoje os ucranianos - nacionalistas - são uma raça de degenerados que se formaram à partir de selvagens. Genocídio é uma ordem."

Dugin também falou:
"Eu sou um defensor dos negros. Civilização branca - os seus valores culturais, seu falso modelo, desumanizando o mundo, construído por eles - não valem... Rússia é salva apenas pelo fato de que não somos brancos puros. Corporações multinacionais predatórias, opressão e repressão de todos os lados, MTV, gays e lésbicas - este é o fruto da civilização branca, a partir do qual é necessário se livrar. Então, eu estou para os vermelhos, amarelos, verdes, pretos - mas não para os brancos."

Dugin e Putin não são nossos aliados, são parte da sinarquia que tende a corromper nossas nações e a nossa raça. Não se engane.

O MITO DE QUE O CRISTIANISMO É UM MURO CONTRA O ISLÃ

Alguns parecem pensar que o cristianismo é e tem sido sempre um muro contra o Islã, mas deixe-me lembrá-lo de alguns fatos históricos:

Os Cavaleiros Teutônicos não atacaram o Islã. Em vez disso, eles atacaram verdadeiros europeus (isto é, pagãos europeus), na Prússia, na Lituânia, Livonia e Estónia. Eles também atacaram outros cristãos, tanto católicos poloneses e eslavos da igreja Ortodoxa Russa. Não só isso; eles atacaram as tribos eslavas cristãs, numa altura em que já estavam sob o ataque dos mongóis do Oriente. Outras partes da Europa também estavam sob ataque, dos muçulmanos, e não receberam a ajuda dos Cavaleiros Teutônicos, que deram prioridade ao abate dos europeus.

Então nós temos as Cruzadas, quando os cristãos, em vez de lutar contra os muçulmanos decidiram saquear a capital do Império Bizantino Cristão - deixando-a vulnerável às hordas turcas que avançavam do Oriente. Eles até mesmo estupraram as freiras nos mosteiros. Os muçulmanos não avançaram ainda mais para a Europa por causa dos esforços dos cristãos, mas, principalmente, por causa da horda Mongol - que os atacou desde o Oriente.

Algumas vezes europeus cristianizados foram massacrados só porque eles não tinham o tipo "certo" de cristianismo, como os cátaros e Bogomils , que foram completamente aniquilados durante as cruzadas católicas.

Eu acho que nós podemos dizer que este combate culminou com a 'Reforma', resultando em um série de guerras, sendo a pior a Guerra dos Trinta Anos, que matou entre 25 e 40% de toda a população só na Alemanha (e muitos outros europeus também), e deixou todos os Balcãs cristãos à mercê dos muçulmanos otomanos durante centenas de anos.
Agora pense sobre isso por um tempo: de 25 à 40% de todo o povo alemão morto em apenas 30 anos... por causa do cristianismo!

Agora, deixar os muçulmanos destruírem grande parte da Europa, não era uma coisa nova para os cristãos. No oitavo e início do século 9, ao invés de tomar de volta o que os agressores muçulmanos mouros tinha tomado na Península Ibérica, quando Charles Martel tinha sido rei da França, a Charlemagne Cristã decidiu que era mais importante converter os saxões (alemães) e passou cerca de 30 anos matando saxões - ou mesmo massacrando eles, quando se tinha a chance. O resultado disto foi, naturalmente, que os mouros muçulmanos conseguiram manter para si quase toda a Península Ibérica Cristã por 500 anos!

Eu poderia ir muito além ainda sobre esse assunto, mostrando como o cristianismo nunca defendeu a Europa, e ficou focado em devastar a Europa e os europeus - mesmo quando a Europa estava seriamente ameaçada por inimigos estrangeiros, como o mouros, os otomanos e os mongóis / A horda de Ouro. Os cristãos da Europa deixaram seus companheiros cristãos lutarem contra as ameaças externas por conta própria, e muitas vezes até apoiaram as ameaças externas ou até mesmo atacaram os cristãos que se defendiam, por trás.

Se alguém pensa que o cristianismo é a solução, o caminho a percorrer para garantir a sobrevivência da Europa, então pense novamente. O próprio Cristianismo é um inimigo da Europa, e tem sido sempre um inimigo da Europa, e é a maior causa direta e indireta de todos os nossos problemas indesejados.
Os pagãos unidos na Europa sempre enfrentaram uma ameaça comum, e devemos fazer isso hoje e no futuro.

A Europa é pagã em seu sangue, mente e espírito, e deve retornar às suas raízes para se tornar harmoniosa novamente. Não pacífica, nem fraca, nem tolerante, mas harmoniosa: de acordo com as leis da natureza. Nunca se comprometa com os cristãos: eles são inimigos da Europa!

Varg Vikernes

"Barbarismo é o estado natural da humanidade. Civilização é anti-natural. É um capricho de circunstância e o barbarismo sempre irá triunfar no fim."

segunda-feira

Sociedade Vril e OVNIS Nazistas

 Não existe nenhum livro na Alemanha sobre essa Sociedade Vril e qualquer documento que poderia relacionar-se com esse nome, ou mesmo lembrar esse nome, foi muito bem subtraído pelos Aliados.
Mas como podeis ver, não foi tudo que desapareceu. E sinto um prazer todo particular em revelar aqui esse tema ao leitor. Com efeito, ireis verificar quais são os meios influentes ‘‘não-alemães’’ que fazem questão de ocultar a verdade aos alemães. Karl Haushofer fundou, antes de 1919, uma segunda ordem, os ‘‘Irmãos da Luz’’ que tomou, mais tarde, o nome de ‘‘Sociedade Vril’’. Nesta se encontravam também ‘‘Os Mestres da Pedra Negra’’ (dhvss), uma nova fundação dos templários oriundos da ordem Germânica de 1917, e os Cavaleiros Negros do ‘‘Sol Negro’’, elite da Sociedade Thule e da ss. Se compararmos a Sociedade Vril com a Sociedade Thule, a diferença pode resumir-se no seguinte: a Sociedade Thule ocupava-se das coisas materiais e políticas enquanto que a Sociedade Vril tinha ocupações referentes sobretudo ao Além. Mas elas tinham, mesmo assim, alguns pontos em comum. As duas estudavam a Atlântida, Thule, ‘‘a Ilha dos Bem Aventurados’’ de Gilgamesh, os relatórios originais entre os germanos e os mesopotâmicos, assim como os antigos santuários como Stonehenge com suas pedras eretas.
Em dezembro de 1919, uma casa florestal foi alugada em Ramsau, perto de Berchtesgaden, onde se encontraram algumas pessoas das Sociedades Thule, dhvss e Vril. Entre elas os médiuns Maria Orsitsch e Sigrun. Maria tinha captado informações numa escrita secreta dos templários, uma língua completamente desconhecida por ela, com precisões técnicas para construir um engenho voador. Essas mensagens telepáticas foram transmitidas segundo os escritos da Sociedade Vril, do sistema solar Aldebaran, situado na constelação de Touro. Gostaria, nesta altura de meu relato, de apresentar ao leitor um resumo das mensagens que foram recebidas durante anos pelos telepatas da Sociedade Vril e que constituíam a base das ações empreendidas por esta última. O sistema solar de Aldebaran estaria a 68 anos-luz da terra, e teria dois planetas habitados, que constituiriam o reino dos sumeran, girando ao redor de seu sol. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de homens-deuses brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas. Estas ter-se-iam desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seriam o resultado de uma degenerescência desses ‘‘homens-deuses’’. Esses mutantes teriam tido um desenvolvimento espiritual inferior aos ‘‘homens-deuses’’. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava. Como conseqüência, quando o sol de
Aldebaran começou a crescer, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas. Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas
habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre os terrestres). A raça dos mestres, os ‘‘homens-deuses brancos’’, teria começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou e tornou os planetas inabitáveis. Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de Maldek, Marduk ou então Phaeton entre os Russos) que teria existido, na época, entre Marte e
Júpiter, onde hoje se encontram os asteróides. Em seguida, foi a vez de Marte, cujas grandes cidades
piramidais e as feições marcianas bem conhecidas, fotografadas em 1976 pela sonda Viking, testemunham do alto nível de desenvolvimento de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra. Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos. Os membros da Sociedade Vril pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia e que formavam a casta dominante
dos sumerianos. Denominavam esses aldebarianos ‘‘homens-deuses brancos’’. Mais tarde, os telepatas de Vril receberam a informação seguinte: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica. Isso corresponde com a realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas recebidas pelos telepatas, de onde quer que eles venham, eram tão precisos que nasceu a idéia mais fantástica jamais concebida pelo homem: a construção da ‘‘máquina para o Além’’!
O conceito de ‘‘outra ciência’’ amadureceu nas mentes (em nossos dias empregaríamos o termo de ‘‘formas de energias alternativas’’). Foi preciso três anos para que o projeto fosse colocado em condições. Nessa primeira fase de ‘‘outra técnica’’ ou de ‘‘outra ciência’’ o dr. W. O. Schumann, membro das
sociedades Thule e Vril, fez uma exposição na Faculdade de Ciências de Munique. Eis uma parte dessa exposição:

Em todos os domínios, existem dois princípios que determinam os acontecimentos, a luz e a sombra, o bem e o mal, a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade. Trata-se sempre de uma forma ou de outra! Esses dois princípios, que designamos concretamente como os princípios criadores e destruidores, determinam também nossos meios técnicos[…]
O princípio destruidor é a obra do Diabo, o princípio criador, a obra de Deus[…]
Toda a técnica baseada no princípio da explosão ou da combustão pode ser catalogada de técnica satânica. A nova era que virá será a era de uma técnica nova, positiva e divina! […]
(Extraído dos arquivos secretos da ss).

No mesmo período, o cientista Vitor Schauberger trabalhava num projeto similar. Ele tinha feito seu o ensinamento de Johannes Kepler, que possuía a doutrina secreta dos pitagóricos, retomada e mantida secreta pelos templários. Essa doutrina tratava do saber sobre a implosão (neste caso, isso significa a utilização do potencial dos mundos interiores no mundo exterior). Hitler e todos os outros membros das Sociedades Thule e Vril sabiam que o princípio divino é sempre criador, quer dizer construtivo. Uma tecnologia que, ao contrário, repousa na explosão é pois, nesse caso, destruidora, oposta ao princípio divino. Quiseram então criar uma tecnologia baseada na implosão. A doutrina da oscilação de Schauberger (o princípio da série dos harmônicos = monocórdio) parte do saber sobre a implosão. Digamos mais simplesmente: implosão no lugar da explosão! Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, a gravidade.
                                    
A primeira nave em forma de prato foi construída no verão de 1922; sua propulsão era baseada na técnica de implosão (a máquina para o Além). Ela compreendia um disco de 8 m de diâmetro, alteado por um disco paralelo de 6,5 m de diâmetro e tendo embaixo outro disco de 6 m de diâmetro. Esses três discos
tinham em seu centro um orifício de 1,80 m de diâmetro, onde montaram o propulsor de 2,40 m de altura. Embaixo, o corpo central terminava em forma de cone. Nesse cone havia uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferior e superior giravam em sentido inverso para criar um campo de rotação eletromagnético. Não conhecemos o desempenho desse primeiro disco voador.
Ele foi experimentado durante dois anos antes de ser desmontado e guardado nas oficinas de Messerschmidt em Augsbourg. Encontramos os auxílios financeiros para esse projeto nas contabilidades de diversas empresas industriais mencionadas sob o código ‘‘jfm’’. É certo que o mecanismo Vril foi tirado da ‘‘máquina para o Além’’ mas ele foi classificado como ‘‘o levitador Schumann sm’’.
A princípio, a máquina para o Além devia engendrar um campo extremamente forte ao redor dela e em sua vizinhança próxima, o qual fazia de todo o espaço circundante, nele compreendido o da máquina e seus ocupantes um microcosmo completamente independente de nosso cosmo. Por sua força máxima, esse campo seria totalmente independente de todas as forças e influências do nosso Universo, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, a radiação ou qualquer matéria. Ela podia mover-se à vontade em todos os campos gravitacionais sem que sentisse ou detectasse as forças de aceleração.

[...]

Uma reunião importante da Sociedade Vril teve lugar próximo do Natal de 1943 em Kolberg, estação balneária no mar do Norte, à qual assistiram os médiuns Maria e Sigrum. O assunto principal tratava do ‘‘Empreendimento Aldebaran’’. Os médiuns tinham recebido informações precisas sobre os planetas habitados, situados ao redor do sol de Aldebaran, e uma viagem foi programada para ir até eles. Em 2 de janeiro de 1944 Hitler, Himmler, Künkel e Schumann (estes dois da Sociedade Vril) encontraram-se para falar desse Projeto Vril. Eles queriam dirigir-se, com o auxílio de uma grande astronave, o Vril 7, para Aldebaran via um canal dimensional. Segundo Ratthofer, o primeiro ensaio em vôo num canal dimensional
teria acontecido no inverno de 1944. O aparelho teria evitado por um triz um desastre: pelas fotos do Vril 7
tomadas após seu retorno, disseram ‘‘que ele havia viajado durante um século’’. O revestimento exterior das cabinas parecia muito usado e estava estragado em muitos lugares.

[...]

Logo que ocuparam a Alemanha no início de 1945, os britânicos e os americanos descobriram, entre outras coisas, nos arquivos secretos da ss, fotos do Haunebu ii e do Vril 1 assim como também do aparelho Andrômeda. Em março de 1946, o presidente Truman fez com que o comitê da frota de guerra dos eua
desse permissão para reunir o material alemão para que eles pudessem experimentar essa alta tecnologia. Cientistas alemães, trabalhando secretamente, foram enviados aos eua, fazendo parte do quadro da operação Paperclip. Tomavam parte nesse grupo Vitor Schauberger e Werner von Braun.

[...]

Em 1938 houve uma expedição alemã ao antártico, conduzida pelo porta-aviões Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo 21
e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram. Eles estavam equipados, entre outras coisas, com tuba Walter, que lhes permitira permanecer várias semanas sob a água. Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente. Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma. Podemos então fazer a pergunta: ‘‘Por que os aliados invadiram a antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947?’’
Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de 8 semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que aconteceu então?
O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa:

"É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperar ataques de aviões que podem voar de um pólo ao outro."

Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com a ss, de uma tecnologia superior.

Em seu livro Zeitmaschinen (Máquinas de Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Jünge-Ratthofer escreveu:

"Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu, mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços[…] 

Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19.º ensaio em vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945, decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental. O que resultou disso, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados indubitavelmente de forma artificial, foram vistos acima da Escandinávia e provocaram um grande alarme nos aliados no Oriente e no Ocidente. Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de sino, eram também às vezes ‘‘objetos voadores não identificados’’ em forma de charuto, os quais são denominados ovnis.
Existem autores que dizem que esses ‘‘ovnis’’ não se assemelhavam, em regra geral, aos fabricados pelo
Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge. Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüência, desde 1945. Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos ovnis, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos ovnis, existe uma porcentagem particularmente elevada de seres muitos belos da espécie ‘‘ariana’’, loiros com olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956). Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada.

[...]

Compreendeis agora porque tudo o que se refere aos ovnis passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminati graças ao lobby angloamericano-sionista, está prestes a investir somas enormes
para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio. A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações? Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo da propulsão de uma nave não-terrestre que teria caído inta\a na Floresta Negra em 1936. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.

RETIRADO DO LIVRO As Sociedades Secretas e seu poder no século XX, de Jan van Helsing, 1998
PÁGINAS 172 - 208
LEIA O LIVRO COMPLETO AQUI!

domingo

"BDSM" Um vício cristão

O cristianismo deixou vestígios doentios até nas mulheres que se dizem incrédulas do cristianismo. A vontade de automutilação, de submissão e de ser agredida remonta a um passado, uma era escura onde as mulheres viviam desta forma. Uma era em que eram estupradas deliberadamente, em que eram tratadas apenas como um meio e como uma desgraça, um mal necessário.


 Em tempos ainda mais remotos, nos povos arianos, era comum ser observado entre as mulheres a capacidade de lutar, defender-se, liderar, inspirar e transmitir conhecimento. Um tempo em que as mulheres seguiam a sua natureza e desta forma obtinham seu merecido respeito. 




Este respeito, esta inspiração, foi vista como um perigo, um mal a ser dominado, com o advento do cristianismo na Europa. A mulher guerreira, astuta, espiritualizada, inteligente, foi diminuída a uma propriedade, escrava, e com o tempo tornou-se covarde, por meio de torturas e assassinatos cruéis. 


Com o tempo as mulheres rebaixaram-se a si mesmas, deixando-se maltratar, tornaram-se aduladoras de seus escravizadores, e sobre tudo mentirosas, sobre a própria natureza. Iniciaram-se então muitas falsas qualidades, a moral da mulher escrava.

E mais tarde, qualquer mulher que viesse a demonstrar sua verdadeira natureza, o interesse pelo intelecto, pelo respeito, pela paixão e pela luta, tornara-se imoral. Os olhares das mulheres escravas não favoreciam a mulher que queria reconquistar seu real poder, e muito menos os homens.

Há muito tempo iniciou-se o extermínio do feminino.

Após a difícil luta por direitos iguais, por uma dignidade, a grande luta pelo feminino, iniciou-se então uma nova falsificação do feminino, dando um fim e um retorno para o extermínio.


A deturpação, a falsa moral, a moral contranatural, tem várias faces e muitas cores.

A verdadeira essência do feminino está perdida, mas ela se encontra muito próxima. Tão próxima que nem podemos enxerga-la, está no nosso DNA, no nosso sangue, perdida em tempos remotos.

É apenas com muita coragem que podemos encontrar a essência, coragem de encarar nossas próprias falhas, coragem de ver e sentir nossa própria natureza: que é selvagem. 



A mulher não é um ser a ser domado, a mulher é dona da chave. É divindade, é espírito livre, força de autodeterminação, liberdade de vontade.

A mulher é origem e posteridade.


O que criam mulheres escravas covardes? Homens covardes. Nós ainda nos perguntamos o Por quê da nossa civilização ter se tornado mera massa? Veja quem os criou.

Mulheres covardes criam homens covardes, e homens covardes necessitam de mulheres covardes para que possam se auto afirmar e se sentirem capazes em suas atitudes.


Iniciou-se então a era da covardia. Seria um acaso o cristianismo ter atacado tanto as mulheres em sua Ascensão?

Obviamente não, eles sabiam onde isto iria chegar, faz parte do grande plano.
Será tarde demais para reverter a isto?
Apenas nossas atitudes podem decidir isto.

Nossas atitudes vão ecoar por muitos anos após nossa morte.

Procuramos agir por meio de:

Autodeterminação, Força, Intelecto, Respeito, Espiritualidade, Natural Moral, Pureza e Lealdade. 


É este o caminho, é este o futuro. Não podemos nos deixar afetar por doenças e vícios cristãos, porque o cristianismo certamente é contra a vida, é um vício contra a natureza feminina. É um vício que está destruindo a humanidade e ele começa por nós.

E.W.

terça-feira

Breve analogia sobre a criação da raça Ariana na Terra

Antes da era glacial, das inundações (dilúvio, na forma mais popular), quando os lugares que hoje possuem os ambientes mais extremos ainda eram habitáveis, em um tempo muito antigo, iniciou-se a raça Ariana na terra.

De forma gnóstica pode se dizer que os “Deuses” vieram até aqui e introduziram Espíritos em uma raça já existente, uma raça primitiva de pouca inteligência. Modificando assim sua aparência também. E havia também outra raça, que seriam os próprios Deuses aprisionados na terra, seriam estes os Arianos puros.

De forma mitológica sabemos por meio de várias culturas, de povos brancos, que nós fomos criados pelos Deuses, de acordo com sua aparência. Sabemos também que estes Deuses eram presentes entre nós, fizeram vários contatos, tiveram até mesmo filhos com os Arianos da terra, assim criando Semideuses, homens superiores que fizeram grandes feitos pelos povos Arianos. Sabe-se de acordo com a mitologia também que nossos Deuses deram-nos conhecimentos e armas, ajudaram em certos períodos para contribuir com a evolução de sua criação. 



De forma mais teórica, científica e histórica, pode-se dizer que seres mais evoluídos, até mesmo mais evoluídos do que somos hoje, vieram até a Terra em busca do que hoje é difícil poder afirmar com toda certeza, existem muitas suposições, sendo algumas delas:

- Encontraram aqui um lugar adequado para a vida e para dar continuidade à raça;
- Talvez o seu local de origem não fosse mais habitável ou estivesse em uma completa guerra;  
- Talvez apenas quisessem fazer experimentos;
- Talvez por causa da guerra existente já em seu local de origem, criaram aqui uma continuidade da raça Ariana, para que continuássemos com a batalha pelo sangue e pela raça.



Mas o que sabemos, com certeza, é que a criação aqui feita é extraordinária. Que devemos valorizar a nossa própria raça, e nos preservarmos para que a criação não regrida cada vez mais, assim como ocorreu. Nós devemos agora promover a purificação e a continuidade da raça Ariana. Batalhar sempre pelo sangue, pela honra, e termos lealdade uns com os outros, só assim nossa raça triunfará novamente como nos tempos antigos.